ACAFE 2012/1 - “No mundo da globalização, tudo circula: dos capitais ao conhecimento. Se, por um lado, muito daquilo que transita o faz de maneira virtual, por meio de fios, cabos ou fibras ópticas, por outro, pessoas e mercadorias devem ser deslocadas fisicamente de um local para outro”.
Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/folha/educacao/ult305u6595.shtml
Sobre os transportes, todas as alternativas estão corretas, exceto a:
a) A grande área, a disponibilidade hídrica, a longa faixa litorânea e os relevos pouco acidentados não foram obstáculos à adoção de uma política de transportes apoiada nas rodovias.
b) As cidades brasileiras vêm assegurando a todos os seus moradores o acesso aos recursos disponíveis, começando por um bom sistema de mobilidade e a existência de espaços públicos, com qualidade para todos, inclusive para os turistas.
c) A poluição, sobretudo nas grandes cidades, os pedágios que vieram com as privatizações e o preço mais caro do que as ferrovias e hidrovias são aspectos negativos do sistema rodoviário predominante no Brasil.
d) A qualidade, a diversificação e a tarifa do transporte público, o respeito ao pedestre, a qualidade das calçadas e a sua adequação às pessoas com necessidades especiais, a quantidade de ciclovia, a segurança no trânsito são aspectos que devem fazer parte de qualquer planejamento urbano.
RESPOSTA:
Letra B.
Historicamente, o Brasil sofre com precariedades que atingem principalmente a parcela da população tida como menos favorecida. Essas precariedades passam não só pelo setor de moradia, que faz com que essas pessoas residam em locais insalubres, mas também permeiam o campo de políticas públicas ineficientes, tais como os setores de saneamento básico, educação, saúde e segurança pública, além dos processos de especulação imobiliária e gentrificação que leva essas pessoas a residirem em morros e favelas das diversas cidades brasileiras.
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