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RESPOSTAS DO ENEM 2021

sábado, 31 de maio de 2014

Kika: De onde vem a energia elétrica?

A energia elétrica vem da força dos ventos, dos raios solares, da queima do gás natural e do óleo, e da força das águas. No Brasil, a energia elétrica vem principalmente das usinas hidrelétricas. Hidro vem de água e elétrica vem de eletricidade. Por isso são chamadas de hidrelétricas, as usinas que usam a força das águas para produzir eletricidade.
É assim: primeiro as águas das chuvas vão enchendo uma enorme barragem de concreto. Depois a água sai por tubos enormes e dentro deles a água corre para a usina. Em grande velocidade passa por turbinas. O movimento da água nas pás da turbina acionam o dínamo. O dínamo é uma máquina enorme que gira bem forte transformando a energia mecânica em energia elétrica.
Se não chover os reservatórios ficam com pouca água para acionar as turbinas e o dínamo. Então pode faltar energia nas casas, indústrias, escolas e hospitais. É por isso que nos tempos de poucas chuvas a gente tem que economizar eletricidade.
Para chegar das usinas até a sua casa, a energia elétrica percorre quilômetros a fio, de poste em poste. Do poste em frente a sa casa ela segue por um fio que distribuia energia por todos os cômodos da sua casa. A ponta deste fio é a tomada.
Entre os séculos XVII e XVIII o físico americano Benjamim Franklin observou o céu em noites de tempestade e descobriu que os raios eram descargas de correnets elétricas que vinham das nuvens. Mas só no final do século XIX, os homens começaram a usar a energia elétrica no seu dia a dia.
Hoje a gente não pode viver sem ela. É com a energia elétrica que ligamos os computadores, encerramos o chão, congelamos o sorvete e esquentamos o macarrão. (Texto do vídeo de domínio público - De onde vem a energia elétrica?)

Animação apresentada por Kika, uma criança muito curiosa, que procura entender a origem das coisas, de forma acessível e bem-humorada.

sábado, 24 de maio de 2014

Trabalhando Assuntos da Cartografia a Partir da Copa do Mundo de Futebol FIFA na sala de aula

Confira diversas atividades de Geografia no caderno didático "Trabalhando Assuntos da  Cartografia a Partir da Copa do  Mundo de Futebol FIFA" proposta para as turmas do 8° ano do Ensino Fundamental. Este material foi organizado pelo pessoal do  Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID) da Universidade Federal do Rio Grande do Norte - UFRN. Confira neste link aqui!
Esperamos que você goste do que a turma do PIBID preparou e bons estudos! 

domingo, 18 de maio de 2014

Conselhos de Mário Sergio Cortella para ser um bom professor

Trechos escritos extraídos do vídeo Ser um bom professor - Mário Sergio Cortella

A primeira grande dica é que só é um bom ensinante quem for um bom aprendente. Quem não conseguir ser um bom aprendente não conseguirá ser um bom ensinante.
Ser um bom professor: dicas de Mário Sergio Cortella,  filósofo, escritor e professor 

E a essa dica decorre uma segunda, que é a necessidade de ter a humildade pedagógica, isto é: a capacidade de saber que eu não sei tudo o tempo todo, de todos os modos. E ninguém sabe!

Essas dicas servem para a gente compreender a necessidade de não estagnar, de não interromper o processo de vitalidade que vem exatamente pela capacidade de aprendizado contínuo, de renovação, de abrir a mente, de ser capaz  de, entre outras coisas, não se considerar nunca completo, pronto, feito por inteiro (que em latim é perfeito). Ao contrário: sentir-se alguém em construção, uma obra contínua de vida, de história, de obra.

Afinal de contas, o que vale para cada homem e para cada mulher é exatamente a nossa obra, o que nós deixamos. 

Os chineses dizem uma coisa especial: quando a partida de xadrez termina, o peão e o rei vão para a mesma caixinha. Quando o jogo de xadrez acaba, independentemente do resultado,  o peão e o rei são guardados na mesma caixa.

Portanto, como dizia um grande gaúcho, Apparício Torelly (o Barão de Itararé), a única coisa que se leva da vida é a vida que você leva.

Que vida levamos nós? É a vida que constrói uma obra, de aprendizado contínuo ou é uma vida de arrogância, de petulância, de nariz empinado?

Eu acho que nessa hora vale exatamente a dica para toda a vida: é a vida - também ela - como uma forma de conhecimento. 

domingo, 11 de maio de 2014

We Are One (Ole Ola): ouça a música Oficial da Copa do Mundo da FIFA Brasil 2014

"We Are One (Ole Ola)": Claudia Leitte interpreta a música oficial ao lado de Pitbull e Jennifer Lopez.

"We Are One (Ole Ola)" é uma canção do rapper Pitbull, com participação da cantora norte-americana Jennifer Lopez e a brasileira Claudia Leitte. Foi escolhida como a canção tema da Copa do Mundo FIFA de 2014, que será sediada no Brasil. A  faixa fará parte do álbum One Love, One Rhythm - The 2014 FIFA World Cup Official Album (2014).
We Are One (Ole Ola) [The Official 2014 FIFA World Cup Song]
[feat. Jennifer Lopez & Cláudia Leitte] - Pitbull
Vídeo: Ouça tema oficial da Copa do Mundo com Cláudia Leitte, Jennifer Lopez e Pitbull 
Cláudia Leitte - Foto: Paulino Menezes/Portal da Copa/ME
*Com informações da Wikipédia, Portal Brasil e Portal da Copa

sexta-feira, 9 de maio de 2014

Sabiam que os terremotos são comuns aqui no Brasil?

Não ouvimos falar tanto disso, mas é porque quase todos os abalos sísmicos são bem fracos. Na escala Richter, os tremores aqui no país geralmente alcançam no máximo três graus.

Só pra se ter uma ideia, um terremoto de 5 graus tem potencial pra causar danos em uma construção fraca. Esses aí acontecem a cada 4 anos no Brasil. No programa de hoje, entenda porque quase não sentimos os terremotos no país. Quem explica é o professor Expedito José Ferreira, que coordena o projeto de implantação da estação sismográfica de Montes Claros, pela Unimontes. Ouça abaixo:
O núcleo de estudos sobre abalos sísmicos de Montes Claros é liderado pela Unimontes e conta com financiamento da Fapemig e apoio Universidade Federal de Brasília (UnB) e da Universidade Estadual de São Paulo (USP).

As pesquisas nessa área buscam, não só fazer o monitoramento dos terremotos, mas também desenvolver meios de reduzir os danos. Na Universidade da Califórnia em San Diego, por exemplo, cientistas criaram uma mesa vibratória que permite simular abalos sísmicos e testar materiais resistentes a tremores para reduzir os danos provocados por esses fenômenos naturais.