sexta-feira, 22 de março de 2019

Iolene Lima: número 2 do MEC é demitida antes de assumir

Evangélica anunciada como número 2 do MEC é demitida antes de assumir. É aquela secretária-executiva do MEC que disse que Deus fez as planícies, Deus fez o relevo, Deus fez o clima. Em três meses, terceira número 2 do MEC é demitida.

Veja aqui o vídeo com a fala completa:

quinta-feira, 21 de março de 2019

Blog de Geografia do professor Gabriel é referência em projeto da Universidade de Detroit Mercy

 O blog de Geografia (Suburbano Digital), do professor Gabriel Egidio do Carmo foi mais uma vez referência em estudos acadêmicos. Dessa vez foi na Universidade de Detroit Mercy, em Michigan, Estados Unidos.

No ano passado uma equipe de 12 professores participaram do projeto:  "Mapping Cultural Assets, Resources and Opportunities In Afro-Brazilian and Quilombo Communities", (Mapeando Ativos Culturais, Recursos e Oportunidades Em comunidades afro-brasileiras e quilombolas).

Entre as fontes utilizadas no trabalhos, mapas disponíveis no blog foram traduzidos e adaptados para o inglês a partir do acervo organizado pelo professor Gabriel.
Este projeto oferece uma experiência de aprendizado colaborativo de 4 semanas no Brasil,  e dá aos participantes múltiplas perspectivas da experiência afro-americana através de pesquisa e diálogo acadêmico no nordeste do Brasil, a fim de aprendizagem, construir e melhorar os recursos curriculares e internacionalizar os currículos maneiras significativas e mensuráveis. Como resultado, os participantes desenvolverão unidades e projetos que podem ser integrados em suas escolas e instituições, bem como compartilhado com o público em todo o país.

quarta-feira, 20 de março de 2019

Site de Pesquisa nos Jornais - IOF-MG

A Imprensa Oficial do Estado de Minas Gerais disponibiliza consulta via internet do conteúdo publicado no jornal “Minas Gerais”.
Para fazer uma Pesquisa do Diário Oficial de Minas Gerais é só acessar este link:

terça-feira, 19 de março de 2019

ESPECIAL MOÇAMBIQUE: “Isto é uma coisa nunca vista”

Coordenador de emergência do PMA Pedro Matos está na cidade da Beira a trabalhar na resposta humanitária; agência coordena auxílio internacional pós-ciclone; 600 mil pessoas foram afetadas pelas cheias e já se admite centenas de mortes.



Coordenador de emergência do Programa Mundial de Alimentação, PMA, Pedro Matos disse esta terça-feira que a situação em Moçambique “é uma coisa nunca vista.” Esta terça-feira, o governo moçambicano decretou emergência nacional e luto oficial de três dias devido aos danos causados pelas cheias e pela passagem do ciclone Idai no país.

Segundo as estimativas do governo, 600 mil pessoas foram afetadas nas províncias de Sofala, Manica, Zambézia, Inhambane e Tete. 

Em declarações à ONU News, a partir da cidade da Beira, Pedro Matos explicou que “nem Moçambique nem nenhum país do mundo está preparado para responder a uma tragédia desta dimensão.”

Como está a situação neste momento?

A situação na Beira está bastante dramática. O ciclone Idai aterrou na Beira na quinta-feira com ventos de 200 km por hora, depois de já ter estado antes em Moçambique como tempestade tropical e já ter deixado cerca de 120 mil afetados ao longo do rio Zambeze. Entrou e criou uma destruição bastante grande no corredor grande entre a Beira e o Zimbabué. Mas se isto já era bastante mau, o que veio a seguir foi ainda pior.

A pluviosidade que se seguiu, que chegou aos 600 milímetros em 24 horas, num dos dias, mas não durou só um dia, causou uma torrente tão forte que se pensou inicialmente que tinha sido uma barragem que tinha rebentado. E essa torrente continuou e continua a aumentar e rebentou as margens de dois rios aqui ao pé da Beira, o Púngoé e o Búzi, que agora correm como mares.

O Púngoé, com cerca de 50 quilómetros, criou um grande mar interior com cerca de 50 quilómetros por 40. E o Búzi, com cerca de 65 quilómetros por 50, que nós consigamos ver. Porque fizemos um voo ontem e não é possível, de avião, ter uma dimensão da tragédia, porque a água estende-se em todas as direções.

Estamos a tirar imagens de satélite para conseguir ter uma dimensão real da tragédia. Há água em todas as direções, em locais que costumavam ser mangais e palmeiras, e neste momento é um mar inteiro com água por cima das casas e das palmeiras. Não se veem árvores, não se veem povoações. A tragédia é bastante grande.


Como está a ser a resposta?

O Ingc, que é a proteção civil de Moçambique, e a comunidade internacional responderam a esta emergência. Nós estávamos cá uma semana antes, antecipadamente, à espera do ciclone, mas ninguém estava à espera da dimensão desta tragédia. Isto é uma coisa nunca vista. Nem Moçambique nem nenhum país do mundo está preparado para responder a uma tragédia desta dimensão. E, portanto, nós estamos a mobilizar.

As necessidades são imensas. A eletricidade faltou na Beira, o que quer dizer que as estações de tratamento de água não funcionam, quer dizer que as morgues não funcionam, quer dizer que os sistemas de tratamento de esgotos também não funcionam.

Não há telecomunicações, não há energia e estamos a montar uma operação imensa de resgate das pessoas. Muitas vezes tirar pessoas que têm água pelo pescoço para pô-las em sítios onde a água está só pelos tornozelos. Estamos nesta fase ainda. Ainda nem estamos na fase de os levar para terra firme.

Qual a dimensão da tragédia?

Quanto conseguirmos, finalmente, levar as pessoas, o rescaldo desta tragédia vai envolver muitas centenas de milhares de pessoas afetadas por estas cheias, para não falar daquelas que foram afetadas pelo ciclone.

Em termos de área, se calhar, é uma coisa comparável ao furacão Katrina. Se não em população, porque esta zona tem menos densidade populacional que Nova Orleães, mas em termos de área afetada é muito comparável.

Fonte: ONU Brasil.

segunda-feira, 18 de março de 2019

Ilustrado por Ziraldo, livro infantil conta a história de Chico Mendes

O livro ‘A história de Chiquinho’ conta de forma sensível a vida e atuação de Chico Mendes.

por Artur Ferreira

O livro infantil ‘A história de Chiquinho’ conta de forma ilustrada a vida e a luta do ambientalista Chico Mendes. Com ilustrações de Ziraldo, o livro mostra diversas questões que envolvem a preservação da Floresta Amazônica.

A história do seringueiro e ativista é contada de forma resumida com o objetivo de colocar a criança em contato com a personalidade histórica de Chico Mendes e sua importância para a história brasileira.

Idealizado em parceria com o Instituto Chico Mendes e o cartunista e escritor Ziraldo, o livro pode ser baixado gratuitamente.

Fonte: Universo Educom.