quarta-feira, 20 de setembro de 2017

Teoria apocalíptica diz que mundo vai acabar no próximo sábado

Tese de numerólogo, porém, foi desmentida em 2012 por cientista da Nasa

O Globo / RIO - Várias teorias que preveem uma data para o fim do mundo já circularam pela web, e a mais nova ameaça contra a vida na Terra como conhecemos está marcada para o próximo sábado, dia 23 de setembro. Segundo a teoria apocalíptica, o mundo será atingido por um planeta interestelar chamado Nibiru. A tese, porém, já foi desmentida há anos por um cientista sênior da Nasa, a agência espacial americana.



A previsão é do numerólogo David Meade, autor do livro "Planeta X". Ele acredita que o planeta Nibiru, também conhecido como Planeta X, vai atingir a Terra no próximo sábado. A previsão de Meade é baseada amplamente em versos e códigos numerológicos da bíblia, centrados no número 33, que é o número de dias entre o eclipse solar do dia 21 de agosto, que ele acredita ter sido um aviso, e a data fatídica para o fim do mundo.


"Jesus viveu por 33 anos, o nome Elohim, que é uma dos nomes usados pelos judeus para Deus foi mencionado 33 vezes (na bíblia). É um número muito significativo na bíblia e na numerologia. Estou falando de astronomia e da bíblia e juntando os dois", disse Meade em entrevista ao jornal "The Washington Post".

O planeta Nabiru está no centro de teorias da conspiração do fim do mundo desde os anos 1970. Em 2012, David Morrison, cientista sênior da Nasa, desmentiu a existência do planeta através de um vídeo publicado no Youtube com diversas explicações que comprovam que a teoria é mentirosa.

"Se o planeta estivesse tão perto, seria brilhante, seria facilmente visível a olho nu. Todos nós poderíamos vê-lo. Se Nibiru fosse real e se fosse um planeta com uma massa substancial, ele já perturbaria as órbitas de Marte e da Terra. Veríamos mudanças por causa deste objeto entrando no sistema solar interno", disse Morrison no vídeo.

Nada de jogar no lixo! Descartáveis feitos de coroas de abacaxi podem ser "plantados" após o uso para florir jardim

A mesma linha dos pratos biodegradáveis em formato de folhas que se decompõem em 28 dias, esses novos pratos e talheres propõe um destino muito mais nobre do que a lixeira aos utensílios descartáveis. Feitos a partir de cascas de milho e coroas de abacaxi, os produtos podem ser plantados após seu uso e viram grama, flores e ervas.

Criada pela startup Lifepack e batizada de Papelyco, a linha de pratos e talheres ainda pode ser reciclada, caso o usuário não queira plantá-la. Mas… se a escolha for plantar, o fabricante garante: em poucos dias já é possível ver resultados bacanas no jardim.

Assim como as xícaras que são feitas a partir de pó de café, a proposta do produto é utilizar materiais que seriam jogados fora como matérias-primas para suas mercadorias. A sacada foi do casal de colombianos, Claudia Barona e Andrés Benavides, que arrecadaram US$ 50 mil via financiamento coletivo para criar a empresa e dar vida à tecnologia que idealizavam.

O engenheiro industrial e a advogada ficavam incomodados por não encontrar alternativas aos plásticos e papéis descartáveis que ficam nas estantes dos supermercados. “Nós nos consideramos ecológicos e nos preocupamos com a contaminação causada por produtos descartáveis, especialmente o plástico”, explicam.

A startup fica localizada na Colômbia. Por lá, os talheres e pratos que viram plantas já são comercializados nos supermercados locais. A ideia agora é expandir a iniciativa para os EUA. Para tanto, Claudia e Andrés fizeram as malas e se mudaram para St. Louis, em Missouri. 

E o mais bacana: a empresa também se preocupa com a responsabilidade social: 25 mães sustentam seus filhos graças ao emprego que mantém na startup na Colômbia.

Fonte: Jéssica Miwa / The Greenest Post.

terça-feira, 19 de setembro de 2017

Terremoto deixa pelo menos 130 mortos e dezenas de prédios danificados no México

Milhares de pessoas fugiram para as ruas e linhas eléctricas e de telefones caíram em partes da capital.


Um forte terremoto de magnitude 7,1 atingiu a região central do México nesta terça-feira, 19, deixando até ao fim da noite 130 pessoas mortas em vários Estados, e dezenas de edifícios derrubados a capital.

O presidente da Câmara Municipal da Cidade do México, Miguel Angel Mancera, disse que 44 edifícios foram gravemente danificados ou destruídos, entre eles uma escola, um supermercado e uma fábrica.

Registaram-se também fugas de gas e muitos incêndios.

No entanto, a região mais atingida foi no Estado de Morelos, ao sul da Cidade do México, onde pelo menos 54 pessoas morreram, segundo dados do Estado.

Autoridades relataram outras mortes na Cidade do México (pelo menos 30), região de Puebla e no Estado do México.

O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse em publicação no Twitter: “Deus abençoe o povo da Cidade do México. Nós estamos com vocês e estaremos lá para vocês”.

Os canais de televisão mexicanos e redes sociais mostraram carros esmagados por destroços.

Milhares de pessoas fugiram para as ruas e linhas eléctricas e de telefones caíram em partes da capital.

O terremoto aconteceu horas após muitas pessoas participarem de exercícios de terremotos pelo país no aniversário de um devastador terremoto que matou milhares na Cidade do México em 1985.

Muitas pessoas também foram afectadas por outro tremor em 7 de Setembro no sul do México que matou pelo menos 98 pessoas.

O epicentro do terremoto desta terça-feira foi localizado no Estado central de Puebla, informou o Serviço Geológico dos EUA.

Fonte: Redacção VOA.

ONU oferece curso online e GRATUITO sobre Mudanças Climáticas (e ainda emite certificado para alunos)

O Programa UN CC: Learn é a maior iniciativa de educação da ONU sobre mudança climática. O curso online introdutório é gratuito, pode ser feito de acordo com a disponibilidade do usuário, e oferece informações claras, concisas e atualizadas para quem pretende saber mais sobre o assunto. Mais de 10 mil pessoas, de vários continentes, já fizeram o curso, que está disponível em cinco línguas. O programa de estudos e informações sobre a iniciativa podem ser acessadas em www.unccelearn.org.

“O curso é um grande recurso e estamos muitos felizes em poder promover sua disseminação na sociedade”, disse Renata Maranhão, diretora do Departamento de Educação Ambiental do Ministério do Meio Ambiente (MMA). “Enquanto o Brasil avança, serão muitos os desafios relacionados à mudança climática e, desta forma, o treinamento é necessário para preparar a sociedade para o futuro”, declarou Felipe Felisbino, coordenador-geral de Educação Ambiental do Ministério de Educação (MEC).

Diversas organizações estão se comprometendo a usar a plataforma UN CC:Learn para treinamento de seus funcionários e agentes interessados. Oskar Metsavaht, fundador e diretor criativo da Osklen, presidente do Instituto-E e embaixador da Boa Vontade da UNESCO, apoia o programa. “Para nós, da Osklen e do Instituto-E, a mudança climática está na ordem do dia, basta ver os extremos que temos presenciado pelo mundo. Por isso, encorajamos todos os nossos funcionários a seguirem esse curso online”.


Sobre UN CC:Learn

O programa UN CC:Learn é uma parceria de mais de 30 organizações multilaterais que apoia países na elaboração e implementação de suas estratégias de combate à mudança climática de forma sistêmica, recorrente e medida por resultados. Em âmbito global, a parceria apoia o compartilhamento de conhecimentos, promove a elaboração de conteúdo sobre mudança climática, e coordena atividades pedagógicas em colaboração com diferentes agências das Nações Unidas e parceiros locais nos países onde atua.

Em âmbito nacional, o programa apoia os países na formulação e implementação de estratégias nacionais de aprendizagem sobre mudança climática. Atuando em âmbito global e local, o programa contribui de forma específica com o Artigo 6 da Convenção das Nações Unidas sobre a mudança do clima, que fala de treinamento, educação e maior capilaridade do conhecimento, bem como ao Programa de Trabalho 2012-2020 firmado em Doha.

O programa UN CC:Learn é financiado pelo governo suíço e por parceiros das Nações Unidas. O secretariado do UN CC:Learn é dirigido pelo Instituto das Nações Unidas para Treinamento e Pesquisa (UNITAR). Para mais informações sobre o UN CC:Learn acesse http://www.uncclearn.org/ e veja o vídeo aqui.

O link direto para o curso é o https://unccelearn.org/?lang=pt_br

sábado, 16 de setembro de 2017

Animação: o Ciclo da água (ou Ciclo Hidrológico)

Vídeo animado didático mostra como ocorre o ciclo da água.