UNESP 2021 - Há cinco anos, na China, a febre do compartilhamento de bicicletas atraiu bilhões de dólares de investidores e de clientes, gastos pelas startups na compra de milhões de novas bicicletas, para conquistar participação de mercado. Quando o colapso inevitável chegou, a maioria das empresas faliu, deixando autoridades municipais com os custos de limpar a bagunça.
(https://6minutos.uol.com.br, 19.09.2020. Adaptado.)
Nesse cenário, o problema a ser administrado pelas autoridades municipais é
a) a reestruturação do sistema de transporte, constituído por ciclovias que foram inutilizadas com a falência das empresas.
b) o correto descarte das bicicletas, que podem contaminar o meio ambiente se o acúmulo for negligenciado.
c) o monopólio das empresas sobreviventes, concentradoras das bicicletas disponibilizadas à população.
d) a presença local de fábricas de bicicletas, poluidoras em seus processos de extração de matérias-primas. e) a devolução das bicicletas pelos usuários, que foram surpreendidos com o fechamento das empresas no país.
RESPOSTA:
Letra B.
A China, com uma população acima de 1,4 bilhão de
habitantes, busca investir em modais de transportes
alternativos nas áreas urbanas. Com isso, milhões de
bicicletas foram distribuídas pelas cidades chinesas
para atender a demanda da população. No entanto,
com a crise gerada pela pandemia do covid-19, devido
à restrição de circulação de pessoas, as bicicletas
passaram a não ser utilizadas e causaram grandes
preocupações em relação ao seu descarte, que pode
gerar contaminação no meio ambiente.
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