quinta-feira, 20 de julho de 2017

Dois mil livros gratuitos sobre bioconstrução, permacultura, agroecologia e sustentabilidade

Dois mil livros gratuitos sobre bioconstrução, permacultura, agroecologia e sustentabilidade.


A plataforma virtual Ideas Verdes disponibilizou uma biblioteca com mais de dois mil livros, artigos e documentos gratuitos sobre bioconstrução, permacultura, agroecologia e sustentabilidade. Assuntos que desde os anos 1990 vêm sendo discutidos na agenda global e que na última década ganharam ainda mais peso devido aos efeitos já sensíveis da mudança climática em diversas partes do mundo, a biblioteca gratuita, com títulos em espanhol e inglês, pode ser uma fonte bastante útil para arquitetos, planejadores e paisagistas.

Em sua página oficial, a plataforma compilou uma lista resumida de títulos voltados ao estudo da permacultura, agroecologia e bioconstrução. Veja as sugestões a seguir:

PERMACULTURA E AGROECOLOGIA
John Seymour – El Agricultor Autosuficiente
John Seymour – La Vida En El Campo
Fukuoka – La Revolucion De Una Brizna De Paja
Fukuoka – La Senda Del Cultivo Natural
Bill Mollison – Introduccion A La Permacultura
Bill Mollison – La Parabola Del Pollo
Bill Mollison – El Momento Mas Terrible Del Dia
David Holmgren – La escencia de la permacultura
David Holmgren – Dinero Vs Energía fósil
Emilia Hazelip – Coleccion De Agricultura Sinergica
Jairo Restrepo – ABC agricultura organica y harina de rocas
Jairo Restrepo – Abonos Organicos Fermentados
G.E. Xoriguer – Manual Practico para Construir Cajas Nidos
Mariano Bueno – Como Hacer Un Buen Compost
Josep Rosello – Como Obtener Tus Propias Semillas
Jerome Goust – El Placer De Obtener Tus Semillas
J. Fernandez-Pola – Cultivo De Plantas Medicinales Y Aromaticas

BIOCONSTRUÇÃO
Predes – Construccion De Vivienda En Adobe
Gernot Minke – Manual De Construcción Con Paja
Gernot Minke – Manual De Construccion En Tierra
Gernot Minke – Techos Verdes
Johan Van Lengen – Cantos Del Arquitecto Descalzo
Johnny Salazar – Construyendo Con COB
Elias Rosales Escalante – Manual De Tratamiento De Aguas Grises
Bill Steen – La Casa De Fardos De Paja
Lourdes Castillo Castillo – Sanitario Ecológico Seco
Gustavo San Juan – Manual De Construccion De Calentador Solar De Agua
Pedro M. Molina – Como Hacer Hornos De Barro

Acesse os mais de dois mil livros gratuitos para download aqui e navegue na biblioteca digital do Ideas Verdes.

terça-feira, 18 de julho de 2017

Eclipse total do Sol será transmitido ao vivo pela NASA

Um dos eventos astronômicos mais esperados de 2017 acontecerá no dia 21 de Agosto , quando um eclipse solar total poderá ser observado nos Estados Unidos e partes do Canadá e do México.

Este ano será particularmente impressionante para os observadores estadunidenses: o eclipse solar total vai atravessar os Estados Unidos de costa a costa.

Em tempo real: 
Dia 21 de agosto de 2017: Acompanhe o eclipse solar total ao vivo no site da NASA

Também é uma ocasião especial para todos, em geral, é por isso que a NASA prepara transmissão ao vivo para astrônomos amadores ou aqueles que querem assistir a este espetáculo natural.

Se você mora nos EUA ou estará visitando o país durante esse tempo, não se esqueça de levar a proteção necessária para os olhos e preste atenção a este fenômeno surpreendente.

segunda-feira, 17 de julho de 2017

Professor Birch e a geografia dos Pokémon

Quer achar aquele Pokémon legal mas não sabe onde procurar? Vem que o Professor Birch nos conta onde encontrar!

A cada versão liberada, criamos aquela expectativa com os novos Pokémon que foram criados. Além disso, quando começamos o jogo, sempre buscamos capturar aquele Pokémon que tem o visual maneiro ou que é o mais forte de todos. Mas, você sabe onde encontrá-los? Na maioria das vezes, os "melhores" Pokémon são os mais difíceis de ser encontrados, isso quando não temos que revirar o mapa até achar aquele matinho escondido ou uma entrada diferente pelas cavernas em que entramos durante nossa jornada. Eu sei de alguém que pode nos ajudar. O nome dele é Birch e é o professor que iremos conhecer agora. Bora lá? Boa leitura a todos!



Quem é o Professor Birch?
O Professor Birch ou em japônes “オダマキ博士 Dr. Odamaki”, é o principal pesquisador da região de Hoenn e tem seu laboratório situado na cidade Littleroot. De jaleco, sandálias e equipado com um potente jipe, Birch é o mais extrovertido dos professores, muito por conta de sua área de atuação, que estuda o habitat e a distribuição dos Pokémon, ou seja, quase sempre está fora de seu laboratório pesquisando um habitat diferente ou procurando algum Pokémon que vive em um lugar totalmente escondido, fazendo com que seu "local de trabalho" seja mais informal em comparação aos demais. Logo no começo do jogo, temos uma pequena demonstração ao salvarmos ele dos ataques de um Poochyena selvagem. Na história principal, ele é o pai da May/Brendan, nossos vizinhos, e amigo de infância de Norman, líder do ginásio da cidade Petalburg.

Cada um no seu quadrado
A linha de pesquisa do Professor Birch tem seu foco no habitat dos Pokémon e sua distribuição ao longo de toda Hoenn. Este tema é bem recorrente na região, já que alguns Pokémon são extremamente raros de se encontrar, como por exemplo o Feebas. Este pequeno peixe, se não for o, é um dos Pokémon mais difíceis de serem encontrados em seus habitats naturais. Nos jogos Ruby/Sapphire, o chão do jogo é dividido em "tiles" ou quadrados. Cada quadrado possui um percentual de chance diferente para cada Pokémon que pode ser encontrado em uma determinada rota. Quando passamos isso para a água, há poucos quadrados que possuem uma chance para encontrar o Feebas, cerca de seis específicos com maior chance. Fora desses quadrados, o processo de captura deste Pokémon pode (e vai) demorar bem mais do que o esperado. 


Algo parecido ocorre na entrada subaquática da cidade de Sootopolis com o Relicanth, uma das peças necessárias na resolução do quebra-cabeça do trio Regi. Nesse caso, não há um quadrado específico para achá-lo, pode ser logo de primeira ou após diversas tentativas, digamos que, vai da sua sorte encontrá-lo rapidamente.

Por Hoenn afora
Nos jogos, o Professor Birch nos dá a missão de procurar pelos Pokémon presentes na região de Hoenn junto de sua filha May, a fim de registrar quais Pokémon aparecem em uma determinada região e se o mesmo Pokémon pode ser encontrado em mais de um local. Agora, ao invés da Pokédex mostrar apenas o ponto onde o Pokémon é encontrado, há uma variação: caso o Pokémon seja encontrado ao longo de uma rota, a mesma ficará totalmente preenchida de vermelho e pulsando com a área em que é possível encontrar esse Pokémon. Entretanto, caso seja um local específico para encontrar um determinado Pokémon, uma bolinha vermelha fica piscando no local. Com a variação entre as versões, fica evidente casos de Pokémon que são exclusivos em cada versão, ou seja, enquanto alguns Pokémon são capturados na versão Ruby, seus opostos podem ser capturados na versão Sapphire, como por exemplo Mawile(R) e Sableye(S). Além de ser um pesquisador, o Professor Birch é responsável por entregar a Pokédex e um dos três Pokémon iniciais para os novos treinadores da região de Hoenn, são eles:


Treecko Torchic Mudkip

O que esperar do Professor Birch? 
Após o remake para o Nintendo 3DS com Omega Ruby e Alpha Sapphire, as aparições do Professor Birch foram aumentadas mas não melhoradas. O que isso quer dizer? Lembram no começo, quando disse que temos de resgatá-lo de um Poochyena? Então, a mecânica se repete após vencermos a Elite pela segunda vez, pois temos que ajudá-lo a fugir de um Shroomish. Na terceira vez, de um Machoke... percebem a repetição? Acreditem, na terceira vez temos de ajudá-lo a fugir de sua própria esposa! Parece que a criatividade acabou logo no começo jogo. Hoenn é uma região grande, sendo que estas cenas poderiam ser realizadas em outro lugar do mapa, já que ele estuda a distribuição no continente e não apenas na primeira rota do jogo. No fim das contas, parece que Birch e Elm tem muito em comum, ambos são bem desastrados, muito engraçados, arrancando boas risadas, seja nos jogos ou no anime, e controlados por suas esposas. Será que elas trocam ideias sobre como perseguir seus maridos?

Revisão: Ana Krishna Peixoto Fonte: Bulbapedia / Nintendo Blast.

sábado, 15 de julho de 2017

Rafael Sanzio Araújo dos Anjos, geógrafo: "A geografia da escola não reflete a realidade"

Baiano participou de roda de conversa no Museu do Amanhã, no Rio, sobre territorialidade e resistência afro-brasileira

POR LUÍS GUILHERME JULIÃO

“Tenho 56 anos e nasci em Santo Antônio de Jesus, no Recôncavo da Bahia, onde cresci em contato com referências africanas. Na faculdade, comecei a questionar a geografia que me era ensinada . Hoje sou professor titular da Universidade de Brasília e responsável pelo projeto Geografia Afro-brasileira”

"O pensamento de que os quilombos são parte apenas do Brasil imperial ou colonial tem que ser desmistificado. O quilombo é passado, mas sobretudo presente", diz o geógrafo Rafael Sanzio Araújo dos Anjos. - Fernando Lemos / Agência O Globo.

Conte algo que não sei.
Nossa cultura de espaço é parca e num país continental como o Brasil isso merece atenção especial. Há uma distância entre a geografia francesa e outras importadas que aprendemos na escola e a geografia real brasileira, que é invisibilizada, minorizada. E isso é ruim tanto para nossa cidadania quanto para as conexões dos nossos mapas mentais.

Por que é importante dar mais atenção à geografia?
Temos mapas mentais que ativam conexões e nos permitem circular, mudar caminhos e evitar vícios. Isso começa numa escala micro, dentro de casa. Usar sempre o GPS ou sentar todo dia no mesmo lugar na escola ou trabalho é vicioso. Quando mudamos, criamos outros planos e pontos de vista para o cérebro e isso é bom para estimular essas conexões.

A geografia é desvalorizada?
Nossa cartografia oficial é da década de 60 e 70. Tem uma parte da amazônia que começou a ser mapeada só nos últimos três anos. Isso mostra o quanto estamos defasados. A geografia já foi mais evoluída na Colônia e no Império e vem decaindo na República. Antes, o IBGE era uma autarquia e produzia estudos geográficos, e não apenas dados.

Por que a geografia da escola não reflete nossa realidade?
O Brasil é o que é, do ponto de vista da estrutura político-territorial, em função de resistências, conflitos e apropriações territoriais da matrizes europeia, africana e indígena. O preconceito com a fauna e a flora dos trópicos e os medos da malária e da febre amarela, fazem parte de uma hostilização maior em relação aos habitantes dos trópicos. Isso tudo é geográfico e não nos é ensinado devidamente. Então fica difícil respeitar nosso ambiente e composição. Se não valorizamos todos, ficamos sempre com uma pendência de compreensão.

E esse ensinamento vem decaindo?
O Brasil produz pouquíssimos estudos geográficos senão na academia. O bairro em que nascemos, o fluxo na rua, as plantações, desmatamento, isso tudo é dinâmico. E essa dinamicidade requer pesquisa, monitoramento. O país faz pouco disso. Na escola, a geografia perdeu muito com a introdução dos estudos sociais, que juntaram a área com a história. O pensamento de que os quilombos são parte apenas do Brasil imperial ou colonial tem que ser desmistificado. O quilombo é passado, mas sobretudo presente.

Por que os quilombos não são passado?
Muitos quilombos continuaram rurais e as periferias de grandes metrópoles como Rio, Salvador, Recife e São Paulo eram permeadas por eles. As cidades cresceram, se espalharam e abraçaram essas localidades. Os quilombos estão presentes nas cidades brasileiras, são contemporâneos, e o urbanismo não considera isso. O Cais do Valongo, por exemplo, maior porto escravista da América, faz parte de um Brasil invisível e pouco se ensina sobre ele.

Qual o lugar do negro no território brasileiro?
Na exclusão, na invisibilidade. Quem mora na favela e quem mora na Zona Sul? Isso não sou eu que estou dizendo, é o que o espaço revela. Isso não só não se traduz na geografia como a questão dos quilombos tem que ser tratada com mais seriedade. Eles precisam ser vistos como componentes reais da estrutura social brasileira. Portanto, merecem mais respeito e a resolução de suas demandas.


Fonte: O Globo.

sábado, 8 de julho de 2017

Carnaúba, a Árvore da Vida, da Prosperidade e da Beleza


A carnaubeira ( Copernicia prunifera) é uma árvore que pertence à família das palmeiras (família Arecaceae). O nome Carnaúba vem do tupi e significa "árvore que arranha". A resistência e longevidade da carnaúba sempre foi motivo de orgulho e satisfação para os sertanejos. A "árvore da vida" como é conhecida consegue suportar às adversidades da caatinga, como exemplo de resistência e poder produtivo. Países como Alemanha, Índia, Japão e Estados Unidos tem investido, sem sucesso, na tentativa de cultivar a Carnaúba em virtude da importância da cera extraída de suas folhas.


A Carnaúba que também é chamada de Carandá ou Carnaíba atinge em média 15 metros de altura. Sua copa é formada de leques, o tronco é parcialmente coberto por uma base de sulcos, em forma de hélice. Possui numerosas flores minúsculas e frutos em cachos, com cerca de 3cm de comprimento. As maiores concentrações de carnaubais encontram-se nos estados do Piaui e Ceará, sempre nos vales dos rios e terrenos arenosos. Intimamente ligada a seu habitat, a carnaúba é de grande longevidade, podendo viver até 200 anos.

O aproveitamento dessa palmeira é múltiplo e integral. Como bem diz o sertanejo "na carnaúba nada se perde"! Endêmica do semiárido nordestino, a árvore da vida, oferece uma infinidade de usos ao homem. È utilizada de forma que não prejudica nem a planta nem o meio ambiente. Suas palhas são retiradas e postas para secar ao sol, sem consumo de energia produzida de maneira poluente. Na retirada da cera, o que resta se torna adubo. A Carnaúba é importante para a natureza, e imprescindível para a economia da região.

A CARNAÚBA E SUAS UTILIDADES

1. O TRONCO (LENHO)
O lenho da carnaúba é resistente, podendo ser usado no na construção de edificações rústicas, e como lenha pesada. Inteiro, o estipe da carnaúba costuma ser usado como poste; fragmentado ou serrado, fornece ótimas porções de madeira usadas em construções, podendo também ser aplicada na marcenaria de artefatos torneados, tais como bengalas e objetos de uso doméstico. No Nordeste brasileiro, habitações inteiras são construídas com materiais retirados da carnaúba. O tronco dá o emadeiramento, os esteios, as linhas. as terças. as ripas, os caibros ou seja a ossatura geral da construção. Mais ainda. Todo mobiliário e utensílios são de carnaúba. As prateleiras, as mesas, os bancos, o armário são de taboas de carnaúba, porque essa palmeira fornece taboas sólidas e resistentes.
2. A FOLHA (PALHA)

Com suas folhas fazem-se telhados e coberturas de casas e abrigos. A palha forte e lisa presta-se para a confecção de acessórios os mais variados. Tecem-se esteiras, urupemas, as peneiras usadas no nordeste, a vassoura, o abanador e até sacos sólidos e duradouros para o transporte e acondicionamento dos cereais. A palha macerada e batida reduz-se a fibras, e temos uma nova série de produtos - os artefatos de fibras: as cordas, os trançados e até redes.
3. O FRUTO E RAIZ

A carnaúba produz um fruto comestível, que fornece uma fécula do mesmo valor alimentício que a mandioca. Seus frutos comestíveis e abundantes, quando verdes, constituem boa ração para o gado. Quando seco fornece um óleo fino. Torrados e moídos dão uma bebida semelhante ao café.
As raízes, principalmente da carnaúba conhecida como branca, são tradicionalmente reputadas como de propriedades medicinais no tratamento de algumas doenças. Possui propriedades diuréticas e usadas como chá é indicada para o tratamento do reumatismo e da sífilis.


4. A CERA

A cera de carnaúba já chamava a atenção desde o tempo do Brasil Colônia. Usada para fazer as velas que iluminava as casas da nobreza européia, tornou-se. já naquela época, em um dos principais produtos de interesse dos portugueses. O consumo aumentou nos séculos seguintes e atingiu o auge nos anos 50, quando a produção de cera chegou a atingir 100.000 toneladas. Hoje, a cera de carnaúba é um insumo valioso que entra na composição de diversos produtos industriais. Os principais mercados consumidores são os Estados Unidos, a Europa e o Japão. Vale lembrar que a cera de carnaúba, por ser um produto extrativista regional, tem como único país produtor e exportador o Brasil. 

A cera, principal produto obtido da carnaúba é, ainda hoje, extraída por processos manuais bastantes rudimentares: depois de cortadas, as folhas novas são estendidas pelo chão e postas ao sol, por vários dias, para secar. Quando as folhas secam e a película de cera que as recobre se transforma em um pó esfarinhado, elas são levadas para um quarto escuro, sem janelas. Ali , são rasgadas com grandes garfos e começa a "batedura" até que toda se desprenda, na forma de minúsculas escamas brancas, e possa ser separada da palha. Depois esse pó é recolhido e levado ao fogo com um pouco de água em grandes latões.Essa calda transforma-se em uma pasta esverdeada, que é jogada em uma prensa rústica de madeira, a partir da qual se obtém uma cera líquida que depois é despejada em gamelas de barro ou de madeira até esfriar.

Em 1935, Herbert Johnson, presidente da empresa SC Johnson, fabricante das Ceras Johnson e de outris produtos de limpeza, vaio ao Ceará para pesquisar as potencialidades da carnaúba. A cera produzida aqui era o principal item para os produtos fabricados pela SC Johnson, e Herbert Johnson quis conhecer o potencial de cultivo da carnaubeira a fim de assegurar uma fonte de recursos renováveis e manejáveis.Em 1938, foi a vez de Sam Johnson, filho de Herbert, vir ao Ceará onde fez várias doações e Entidades do Estado. 


APLICAÇÕES DA CERA DE CARNAÚBA
Comercializada há mais de um século, a cera de carnaúba esteve presente na lista dos dez produtos de exportação do Brasil. Esse produto assumiu o seu lugar na indústria contemporânea e o mercado atendido hoje, vem ampliando suas aplicações na industrialização de diversos produtos:


Polidores: Utilizados na fabricação de ceras para polimentos de automóveis, assoalhos, sapatos, móveis. 
Fundição: Isolantes e moldes
Acabamento: Couros para calçados e afins.
Cosméticos: Cremes, batons
Embalagens de alimentos: Impermeabilizantes para frutas e queijos finos
Revestimento: Cola. verniz, esmalte, papel, bombons. goma de mascar r porcelanas.
lubrificantes:Graxas e óleos finos
Escritórios: Papel carbono, tintas
Limpeza: Detergentes e aromatizantes
Medicinais: Cápsulas de comprimidos
Informática: Chips de computadores e Código de Barra.





UMA ÁRVORE VALIOSA




A Carnaubeira é apontada como uma das árvores mais valiosas, do ponto de vista econômico para o Nordeste do Brasil razão porque é destaque nas bandeiras do Rio Grande do Norte, onde aparece de forma bem evidente, e na bandeira do Ceará, cujo desenho faz parte do Brasão do Estado presente na bandeira. Encontrada em todo Nordeste, é nos Estados do Piaui, Ceará e Rio Grande do Norte onde ela ganha expressão econômica. Nesses estados representa geração de emprego e renda durante todo o ano, sendo muitas vezes, a única atividade, em muitas localidades.


UMA PLANTA ORNAMENTAL
Imponente, esbelta como a maioria das palmeiras brasileiras e, por isso mesmo, com alto potencial paisagístico, a carnaubeira deixou de ser apenas uma planta de grande beleza do sertão , para fazer parte do cenário urbano, ornamentando ruas, parques e jardins das cidades. Em Natal ela confere uma aparência distinta e um belo cenário em toda extensão da Rua Potengi, no Bairro de Petrópolis, e na Rota do Sol, uma longa avenida que nos leva ao Litoral Sul do Estado. Em frente ao Centro de Turismo também encontramos exemplares da magnífica carnaúba.
CARNAÚBAS DA RUA POTENGI -NATAL/RN
CARNAÚBAS DA ROTA DO SOL -NATAL/RN
Fonte: Blog Vento Nordeste.