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Vulcões, a História | National Geographic

Portais para o coração da Terra, eles queimam em caldeirões sem fundo alimentados por uma ira antiga; borbulhando e fervendo milhares de milhas abaixo da superfície e apenas esperando para estourar.

Os vulcões estão espalhados por todo o planeta. Cerca de 1500 vulcões ativos podem ser encontrados em todo o mundo, embora inúmeros outros estejam no fundo do oceano. A maioria dos vulcões, seja em terra ou subaquáticos estão localizados onde placas tectônicas se encontram.

Na verdade o anel de fogo, traça as fronteiras entre várias placas tectônicas ao redor do oceano pacífico. Contém cerca de 75% dos vulcões do planeta.

Ring of Fire (Círculo de Fogo).

Não importa sua forma ou tamanho, todos os vulcões emitem gás ou rocha derretida. A jornada dessas emissões começa nas profundezas da Terra, no núcleo. O núcleo pode ter temperaturas tão altas quanto o Sol.  O núcleo transfere seu calor para o manto rochoso circundante. Ao fazer isso, o calor derrete parte da rocha e essa rocha derretida ou magma é mais leve que a camada de rocha sólida circundante, então sobe através do manto. O magma então escapa através de aberturas da crosta terrestre causando erupções vulcânicas.

O magma que chega na superfície terrestre através das erupções vulcânicas é conhecido como lava.

Para medir e classificar erupções, os cientistas desenvolveram o Índice de Explosividade Vulcânica (ou IEV). O IEV considera vários fatores como o volume de gás, de lava  e outras outras emissões do vulcão junto com a altura da nuvem de erupção acima do cume do vulcão.

A erupção vulcânica mais destrutiva já testemunhada ocorreu na Indonésia, em 1815. Foi no monte Tambora, um estratovulcão na ilha de Sumbawa.

Monte  Tambora, erupção de 1815: a explosão causou terremotos, tsunamis e fluxos piroclásticos que dizimaram dezenas de milhares de vidas indonésias. A erupção destruiu até o topo do monte.

As forças destrutivas da natureza que eles têm, também ajudaram a tornar a vida na Terra possível. Cinzas vulcânicas fornecem nutrientes para o solo próximo tornando a terra fértil e a lava quando esfria endurecem,  formam rochas e criam novos relevos, com o calor do coração da terra os vulcões ajudaram a terraformar o planeta tornando-o rico e com paisagem dinâmica como vemos hoje.

Fonte: Resumo do vídeo Volcanoes 101 | National Geographic.

Juan Pablo Sorín, embaixador da National Geographic

O ex-jogador Juan Pablo Sorín foi nomeado pela National Geographic embaixador na América Latina para a campanha "Planeta ou Plástico?", que tem o objetivo de conscientizar o mundo a respeito da poluição pelo uso excessivo de plástico.
Juan Pablo Sorín Embaixador da National Geographic na América Latina.
Fontes: Mídia NINJA ‏/ LA NACION.

Sociedade Geográfica Russa e National Geographic fazem acordo de cooperação

No dia 15 de outubro de 2018, a Sociedade Geográfica Russa e National Geographic assinaram um acordo de cooperação. Este documento ratifica o memorando de entendimento que foi concluído em 2015.
Nikolay Kasimov e Enric Sala.  Nikolay Kasimov é  atual Primeiro Vice-Presidente da
 Sociedade Geográfica Russa . Enric Sala é um explorador-residente da National Geographic.
Foto: da assessoria de imprensa da Sociedade Geográfica Russa.
O acordo tem vários aspectos: expedições, atividades ambientais, preservação do patrimônio histórico e cultural, programas de voluntariado e projetos de mídia.

Em 16 de outubro,  aconteceu a primeira palestra organizada dentro da cooperação entre a Sociedade Geográfica Russa e a National Geographic Society. O palestrante foi o chefe da direção de pesquisa da National Geographic Society, Enric Sala, um cientista que estuda a ecologia dos oceanos e gerencia o projeto "Mares Pristine". 

Palestra de Enric Sala. Foto: da assessoria de imprensa da Sociedade Geográfica Russa.
Desde 2008, 26 expedições a vários  "mares" do mundo foram realizadas como parte do projeto. Graças a essa iniciativa, 18 desses locais foram posteriormente declarados áreas protegidas.

Curiosidade...

A National Geographic Society é uma das maiores organizações científicas e educacionais nos EUA. A sociedade foi fundada em 27 de janeiro de 1888 em Washington. No mesmo ano, teve início a publicação oficial da organização, a revista National Geographic . A publicação é distribuída em diferentes idiomas em vários países do mundo, inclusive na Rússia. 

Em 1905 a National Geographic decidiu publicar uma matéria especial sobre o Tibete. A revista utilizou fotografias  doadas por Gombozhab Tsybikov e Ovsh Norzunov, membros da "Sociedade Geográfica Imperial Russa" ( antigo nome da Sociedade Geográfica Russa). Aquela publicação trouxe renome mundial para a National Geographic .

Foto chocante mostra elefantes em chamas fugindo de multidão

A imagem premiada revela uma cena triste – filhote e mãe de elefante-asiático correm para se salvar. A foto chocante de um filhote de elefante-asiático pegando fogo venceu um concurso de fotografia de vida selvagem – chamando atenção do mundo para os campos de batalha do conflito entre elefantes e humanos na Índia.
Filhote de elefante-asiático e sua mãe fogem de uma multidão que lança bolas de piche em chamas no estado indiano de Bengala Ocidental. FOTO DE BIPLAB HAZRA, SANCTUARY NATURE FOUNDATION.
A imagem, intitulada "O Inferno é Aqui", mostra uma cena perturbadora: um filhote de elefante e sua mãe tentam fugir de uma multidão no estado indiano de Bengala Ocidental – o filhote está em chamas depois dos dois serem atingidos por bolas de piche lançadas pelo grupo. 

O fotógrafo de vida selvagem amador Biplab Hazra fez a imagem que ganhou um concurso anual de fotografia de vida selvagem promovido pela revista Sanctuary Asia. Entre os jurados estava o fotógrafo da National Geographic Steve Winter.

“Eu nunca tinha visto um incidente como esse nos meus 14 anos fotografando vida selvagem”, disse Hazra, que é dono de uma olaria, ao jornal New Indian Express. “Toda minha concentração estava em fazer a foto.”

Em questão de horas, a imagem ganhou o mundo, expondo as tensões entre populações humanas e de paquidermes na Índia.


O país abriga mais de 27 mil elefantes-asiáticos, pelo menos metade da população mundial. A espécie é considerada ameaçada de extinção graças, em grande parte, a destruição e fragmentação do habitat natural por humanos.

Elefantes usam pelo menos 101 corredores para atravessar a Índia, dos quais quatro quintos possuem ocupações humanas, de acordo com pesquisa de agosto de 2017 da organização Wildlife Trust of India. Dois terços do dos corredores são cortados por estradas nacionais ou estaduais e menos de 13% dos corredores têm cobertura vegetal.

Mas em nenhum outro lugar da Índia humanos e elefantes entram tanto em conflito quanto na Bengala Ocidental, onde a foto foi feita. Cerca de 488 elefantes vivem nas florestas do norte do estado, repletas de assentamentos e plantações de chá.

A proximidade gera violência mortal, especialmente quando os paquidermes comem plantações, destroem colheitas ou danificam casas. De acordo com o Times of India, 18 pessoas foram mortas por elefantes na Bengala Ocidental nos primeiros nove meses de 2015. Em março de 2016, autoridades pediram o extermínio de um elefante que matou duas pessoas. Além disso, casos em que elefantes morrem eletrocutados depois de encostar na rede elétrica são comuns.

Hazra contou ao New Indian Express que talvez a intenção não era queimar o filhote de elefante da foto, mas disse que agricultores usam piche em chamas e fogos de artifício para espantar os paquidermes com frequência – uma tática que pode fugir do controle.

“Gestão de multidões é uma das práticas mais importantes em conflitos entre humanos e vida selvagem”, disse M. Ananda Kumar, cientista da Fundação Conservação da Natureza, em entrevista a revista britânica Geographical, em 2016. “Precisamos ensinar às pessoas que esses animais gigantes precisam de espaço. Temos que mostrar que comportamentos violentos só vão levar a incidentes trágicos.”

Nesse caso, porém, a situação poderia ter sido pior: Hazra disse que o filhote de elefante sobreviveu ao ataque.

10 frases de Carl Sagan sobre o conhecimento científico

Quando ouvimos o nome de Carl Sagan, imediatamente pensamos em ciência. Carl Edward Sagan foi um dos divulgadores científicos mais populares nos anos 70 e 80, tudo graças à sua série de televisão "Cosmos", uma das suas tentativas de tornar a ciência e o conhecimento científico acessíveis e interessantes para todos os públicos. 
Carl Sagan: um dos maiores divulgadores de ciência de todos os tempos.
Nascido em 9 de novembro de 1934 na cidade de Nova York, Carl Sagan não era apenas um divulgador científico reconhecido, também era pesquisador, astrônomo, cosmologista, astrofísico e escritor. Entre outras coisas, fez estudos sobre a atmosfera de Vênus e foi um dos primeiros cientistas a estudar o efeito estufa em uma escala planetária. Nós compartilhamos algumas das suas frases mais cativantes sobre ciência e o conhecimento científico.

  1. A ciência é muito mais do que um corpo de conhecimentos. É uma maneira de pensar.
  2. Na ciência, a única verdade sagrada é que não há verdades sagradas.
  3. A ciência não é perfeita, muitas vezes é mal utilizada, é apenas uma ferramenta, mas é a melhor ferramenta que temos: ela se corrige, está sempre evoluindo e pode ser aplicada a tudo. Com essa ferramenta podemos conquistar o impossível.
  4. Alegações extraordinárias, exigem evidências extraordinárias.
  5. Dentro de um milênio, nossa época será lembrada como o momento em que nós nos afastamos da Terra pela primeira vez e contemplamos o nosso planeta como um ponto azul pálido quase perdido em um imenso mar de estrelas.
  6. Às vezes eu acho que há vida em outros planetas, e às vezes acho que não. Em ambos os casos, a conclusão é surpreendente.
  7. A Terra é um lugar muito bonito para nossos olhos. Mas essa beleza foi esculpida pela mudança: a mudança suave, quase imperceptível, e a mudança súbita e violenta. No cosmos, tudo pode mudar.
  8. O cosmos é tudo o que é, tudo o que foi e tudo o que será. 
  9. A curiosidade e o desejo de resolver dilemas são a marca de nossa espécie.
  10. Nós crescemos em uma sociedade baseada em ciência e tecnologia e em que ninguém sabe nada sobre essas questões.
Fonte: National Geographic (em espanhol).

National Geographic: um olho no futuro e outro no presente

Desde a fundação da Sociedade em 1888, muita coisa  mudou. Mas a National Geographic está mais comprometida do que nunca com o cuidado do planeta.
"Os heróis do século 21,  são pessoas comuns, que vivem entre nós.
Frase de Gary E. Knell, presidente e CEO da National Geographic Society.

Alexander Graham Bell, o segundo presidente da National Geographic Society, definiu a Geografia como "o mundo e tudo o que existe nele". Na verdade, a missão original da National Geographic era aumentar e difundir o conhecimento geográfico.

Para muitos, a palavra "geografia" suscita memórias de dua idade escolar de estudar os nomes de rios, oceanos ou capitais. Então é justo perguntar: a geografia é importante nos dias atuais?

A National Geographic Society reafirmou o seu foco como organização sem fins lucrativos, e teve a oportunidade de repensar a sua relevância no século XXI. O mundo agora enfrenta desafios muito diferentes daqueles enfrentados no ano de sua fundação em 1888.

Hoje, habitamos um planeta com uma população em crescimento que deve alcançar 10 bilhões de pessoas em meados do século XXI. Isso é quase três vezes maior que 50 anos atrás - e faz repensar a forma como educamos, alimentamos e fornecemos energia para as pessoas sem sem destruir de vez o planeta.

A National Geographic usa seus recursos para educar as crianças e fala sobre os heróis do século 21, pessoas comuns, que vivem entre nós: cientistas, fotógrafos, jornalistas ambientais e científicos, geógrafos e professores. Então, a National Geographic traz as histórias desses heróis para mais de 730 milhões de pessoas em todo o mundo, através de sua revista e de aplicativos e canais de TV.