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Fotos de Bichos do Pantanal

Menor bioma do Brasil, o Pantanal é considerado a maior área úmida continental do planeta. Veja as imagens de alguns exemplares da fauna do Pantanal.
Tuiuiú (Jabiru mycteria).
(Foto: Divulgação/Douglas Trent/Projeto Bichos do Pantanal)
O Tuiuiu, também conhecido como jaburru, jaburu, tuim-de-papo-vermelho (no Mato Grosso e Mato Grosso do Sul) e cauauá (no Amazonas) é a maior ave voadora do Brasil e sua população se concentra, principalmente, no Pantanal.
Arara-azul.
(Foto: Divulgação/Thiago Henrique/Projeto Bichos do Pantanal)
A Arara-azul é a maior arara do mundo. O Projeto Arara Azul, criado pela bióloga Neiva Guedes, conseguiu resgatar a arara-azul da beira da extinção. 
Onça-pintada.
 (Foto: Divulgação/Douglas Trent/Projeto Bichos do Pantanal)
Maior felino das américas, a onça-pintada é uma das espécies típicas do Pantanal mato-grossense.
Jacaré-do-pantanal. Daniel Kantek/ICMBio
O Jacaré-do-pantanal mede até 2,5 metros de comprimento, alimentando-se principalmente de peixes. (WWF Brasil)
Jaguatirica (Leopardus pardalis).
 Foto: Sergio Bavaresco/Divulgação/Zero Hora
Jaguatirica: é uma espécie de felino de pequeno-médio porte dominante nas áreas de cobertura vegetal mais densa, especialmente nas úmidas. (ICMBio)
Anus-brancos (Guira guira). Foto: Wikimedia Commons
É uma das aves mais comuns do Brasil.
Tamanduá-bandeira (Myrmecophaga tridactyla)
Foto: Malene Thyssen / Wikimedia Commons
O tamanduá-bandeira é o maior dos tamanduás.  Sua grande cauda, que parece uma bandeira, é responsável pelo seu nome.
Lobo-guará (Chrysocyon brachyurus). Foto: Divulgação/Fundação Pró-Carnívoros
Lobo-guará : apesar do porte imponente e da alcunha de “lobo”, é tímido, solitário e praticamente inofensivo, preferindo manter distância de populações humanas. (WWF Brasil)
Ariranha (pteronura brasiliensis).
Foto: Embrapa Pantanal
As ariranhas são raramente solitárias e são especializadas em pescar e comer peixes . As ariranhas defendem seus filhotes atacando bravamente em grupo.
Capivaras. Daniel Kantek/ICMBio
A capivara é uma espécie de mamífero e o maior roedor do mundo.

6 Tirinhas sobre Reciclagem

Tirinha sobre Reciclagem
Tirinha sobre Reciclagem de Lixo
Tirinha sobre Reciclagem - Plástico, Metal e Vidro
Tirinha sobre Reciclagem
Tirinha sobre Reciclagem - Plástico, Vidro, Papel e matéria Orgânica
Tirinha sobre Reciclagem - Faça sua parte
Créditos:
História: Paulo Kielwagen
Desenho e Arte final: Paulo Kielwagen
Cor: Cris Drews e Chicolam
Texto e tradução: GreenGirl
Menino Caranguejo criado por Chicolam

Conheça o site do Instituto Caranguejo de Educação Ambiental http://www.caranguejo.org.br

Palavras Cruzadas - Meio Ambiente

Complete as frases e preencha a palavra cruzada.
Palavras Cruzadas - Meio Ambiente
Palavras Cruzadas - Meio Ambiente - Almanaque Menino Caranguejo
Edição 1. Nº1. Almanaque Menino Caranguejo. Página 14. Conheça o site Menino Caranguejo. Acesse http://www.caranguejo.org.br/site/

Respostas: 1: Físicas, 2: Químicas, 3: Biológicas, 4: Árvores, 5: Oxigênio, 6: Urbano, 7: Terra, 8: Harmonia, 9: Vida.

Qual o limite da escala Richter?


A “escala” Richter mede a intensidade de terremotos. Essa escala foi desenvolvida em 1935 pelos sismólogos Charles Richter e Beno Gutenberg, do Caltech (Instituto de Tecnologia da Califórnia).
Até quanto vai a escala Richter? 
A mídia costuma dizer que 9 graus é o ponto máximo da referida escala, mas isso está errado. 
A escala Richter não tem limite inferior nem superior. Abalos muito fracos, podem ter magnitude negativa. O máximo depende apenas da natureza.
Na prática, o terremoto mais intenso (registrado) da história alcançou 9,5 graus na escala Richter e aconteceu no Chile em 1960.
Entre outros danos, fortes terremotos podem destruir casas, ruas, prédios e abrir fissuras no chão.
Crédito da imagem: Arthur
9 Créditos
Terremotos - CPRM - Serviço Geológico do Brasil
Como funciona a escala Richter? EBC
Entenda como funciona a escala Richter - G1 - Globo.com
Saiba mais sobre a escala Richter - Folha de S.Paulo - Uol
Qual o limite da escala Richter? Recreio
Até quanto vai a escala Richter? - Mundo Estranho
Terremotos: sem hora marcada - Superinteressante
Charles F. Richter (American physicist) - Encyclopedia Britannica
Beno Gutenberg (American seismologist) - Encyclopedia Britannica

Ciclo do Nitrogênio

 Ciclo do Nitrogênio
O que é?
O nitrogênio é um dos principais elementos constituintes dos organismos vivos daí a sua importância em compreender a sua reciclagem no meio ambiente. O ciclo do nitrogênio é o caminho que esse elemento faz na natureza.

A ação do homem
As ações do homem no último século provocaram intensas mudanças no ciclo do nitrogênio. Por exemplo, houve o aumento de mais de 100% na fixação do nitrogênio atmosférico para produção de fertilizantes agrícolas, os adubos.

Outra alteração significativa é o aumento na emissão de gases de nitrogênio provenientes da queima de biomassa,  combustíveis fósseis e certas práticas agropecuárias como a criação de gado que produz grande quantidade de excrementos.

Como não se tem observado mudanças na concentração de N2 na atmosfera, pode-se supor que o ciclo de nitrogênio continua em equilíbrio, a pesar do excesso de fixação.

Como funciona?
Mesmo que nitrogênio esteja presente em grandes quantidades na atmosfera na forma de N2 apenas alguns tipos de bactérias conseguem assimilá-lo nesta forma. Essas bactérias, chamadas fixadoras, vivem associadas às raízes de algumas plantas fornecendo-lhes o nitrogênio e recebendo em troca abrigo e alguns nutrientes.

Quando os microorganismos fixadores morrem, liberam nitrogênio no solo sob a forma de amônia (NH3). A ação de bactérias transforma a amônia (NH3) em nitritos (NO2) e nitratos (NO3), sendo este último a fonte de nitrogênio mais aproveitada pelas plantas e conseqüentemente pelos animais.

A devolução do nitrogênio para a atmosfera é feita pela ação de microorganismos chamados de bactérias denitrificantes. Elas transformam os nitratos presentes no solo novamente em gás nitrogênio (N2), que volta à atmosfera, fechando o ciclo natural do nitrogênio. Obviamente que nessas transformações de uma molécula para outra, todos esses microorganismos extraem energia para si.
Vídeo: Ciclo do Nitrogênio 

Ciclo do Carbono


O que é?
O Carbono é o elemento da tabela periódica mais importante para a estrutura dos seres vivos.

O ciclo do carbono são as diversas transformações que o carbono sofre ao longo do tempo. É o motor químico que fornece energia e massa à maior parte dos seres vivos, além de estar intimamente relacionado com a regulação da atmosfera global e conseqüentemente com o clima.

Até antes da revolução industrial o ciclo de carbono estava equilibrado, ou seja, o que era absorvido pelo solo e pelo oceano era igual ao que era emitido pela atmosfera. Com a industrialização e a intensificação da queima de combustíveis fósseis pelas atividades humanas, a emissão de gás carbônico para a atmosfera tornou-se maior que a capacidade natural de absorção.

Ou seja, o carbono que estava armazenado no solo e nos oceanos durante milênios passa a ser jogado pelas atividades humanas de volta para atmosfera em um espaço de tempo muito curto, impossibilitando que o ciclo natural o traga de volta para os reservatórios.

O ciclo de carbono pode ser dividido em duas partes: a) o ciclo terrestre e b) o ciclo marinho.

O ciclo Terrestre
No ciclo terrestre as plantas removem gás carbônico da atmosfera através da fotossíntese. Parte desse carbono é utilizado pela planta para a sua manutenção e que posteriormente resulta na liberação de gás carbônico para a atmosfera. Os 50% restantes irão fazer parte do corpo da planta (folhas, galhos, troncos e raízes).

Quando as plantas são comidas por animais herbívoros ou morrem e apodrecem o carbono passa para os microorganismos ou animais que as ingeriram como fonte de energia para a construção e manutenção dos seus corpos e que também liberam gás carbônico  para a atmosfera através da respiração.

Parte do carbono que flui através dos ecossistemas terrestres vai parar no solo, na forma de restos de plantas, animais e cinzas de incêndios, todos resistentes à decomposição. Embora a entrada de carbono no solo seja bastante pequena, a saída também é, o que faz com que o solo seja o maior reservatório de carbono nos continentes.


O ciclo Marinho
O ciclo marinho de carbono se dá basicamente pelas trocas de gás carbônico entre a atmosfera e os oceanos através de um processo químico denominado “difusão”. Através desse processo, quando a temperatura do oceano é baixa ocorre a captura de gás carbônico da atmosfera para o oceano. Quando a temperatura é alta ocorre a liberação do gás carbônico do oceano para a atmosfera.

Essa característica é contrária com o ciclo terrestre do carbono no qual as maiores taxas de captura de gás carbônico atmosférico estão nas florestas das regiões tropicais enquanto que nos oceanos as maiores taxas de captura se concentram nos mares frios das regiões temperadas.

Uma vez no oceano, o carbono capturado na superfície pode ser lentamente transportado por gravidade e pelas correntes para as camadas mais profundas. Pode ainda ser absorvido pelo fitoplâncton através da fotossíntese. Posteriormente o carbono do fitoplâncton se desloca para as profundezas quando o fitoplâncton morre ou é consumido por outro animal que posteriormente também irá morrer. No oceano o tempo de residência do carbono varia de décadas a milênios, o que faz dele o maior reservatório de carbono do planeta.


Vídeo - Ciclo do Carbono

Efeito Estufa

Material do http://videoseducacionais.cptec.inpe.br/

O que é?
O efeito estufa é um fenômeno natural que faz com que a temperatura da Terra seja maior do que a que seria na ausência de atmosfera permitindo assim que ocorra a vida da forma como a conhecemos.

Se não houvesse o efeito estufa a temperatura média da Terra seria -18ºC ao invés dos 15ºC que temos hoje, ou seja, 33ºC menor.

Para entender como funciona, pense em um ônibus parado, com os vidros fechados e sob a luz do Sol. Os raios que chegam do Sol na forma de radiação ultravioleta passam pelos vidros e, ao atingirem a superfície do ônibus, se transformam em calor na forma de radiação infravermelha.A radiação infravermelha tem dificuldade de atravessar os vidros do ônibus, e com isso, a parte que fica presa no interior do veículo, causa o aquecimento do ônibus.

O mesmo ocorre com a atmosfera da Terra onde alguns gases funcionam como o vidro do ônibus, deixando passar a radiação ultravioleta que chega do Sol, mas impedindo a radiação que é convertida em infravermelho na superfície e devolvida para a atmosfera na forma de calor. Essa radiação refletida na forma de calor tem dificuldade de retornar para o espaço pois é capturada pelos gases estufa que se aquecem, aumentando assim a temperatura do ar. Os principais gases estufa são o vapor da água e gás carbônico.


O balanço de energia
Da forma como está composto atualmente, o sistema Terra-atmosfera está em equilíbrio pois toda energia que entra é igual a que sai.

De toda radiação solar que atinge a Terra, 30% é refletida antes de atingir o solo. 70% é absorvida e convertida em calor. Para que o equilíbrio energético seja mantido, toda essa radiação deverá ser emitida de volta para o espaço.

Mas, se houver um aumento da concentração do gás carbônico poderá ocorrer um aumento do efeito estufa e, portanto sairá menos radiação do que entra. Essa diferença causará o aquecimento da baixa atmosfera, aumentando a temperatura média ta Terra e causando possíveis desequilíbrios ambientais.

Mesmo que o dióxido de carbono esteja em baixas concentrações na atmosfera a sua importância para o efeito estufa é fundamental.
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Vídeo: Efeito Estufa