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PORTUGUÊS - Divisão silábica. Rainha

A separação silábica da palavra "rainha" é ra-i-nha. A palavra "rainha" apresenta hiato. No hiato, cada vogal fica numa sílaba diferente.

PORTUGUÊS - Divisão silábica. História

A separação silábica correta de "história" é his-tó-ri-a. A palavra é classificada como proparoxítona, com a sílaba tônica em "tó". O ditongo "ia" é considerado um hiato, e cada vogal é separada em uma sílaba distinta.

PORTUGUÊS - Divisão silábica. Radiouvinte

A separação silábica da palavra "radiouvinte" é: ra-di-ou-vin-te.

PORTUGUÊS - Divisão silábica. Subumano

A palavra “subumano” deve ser separada como SU-BU-MA-NO.

📌 Regra Importante: Quando o prefixo SUB se junta a uma palavra iniciada por vogal, o "B" fica na sílaba seguinte. 

PORTUGUÊS - Divisão silábica. Subemprego

A divisão silábica de "subemprego" é SU-BEM-PRE-GO. Quando o prefixo "sub-" se junta a uma palavra que começa com vogal, o "b" do prefixo não se separa da vogal, formando uma sílaba com ela.

📌 Regra Importante: Quando o prefixo SUB se junta a uma palavra iniciada por vogal, o "B" fica na sílaba seguinte. 
✔️ su-bem-pre-go

PORTUGUÊS - Divisão silábica. Abrupto

A divisão silábica correta de "abrupto" é AB-RUP-TO. A separação correta mantém o prefixo "ab" junto à raiz "rupto", seguindo a regra de não separar prefixos terminados em "b" ou "d". 

A forma incorreta "a-brup-to" divide o prefixo, o que não é correto.

Tipos de substantivo

  • Substantivos concretos dão nome a seres com existência própria (isto é, que existem de forma independente), seja no mundo real, seja na imaginação. Isso inclui nomes de pessoas, animais, plantas, lugares, personagens fictícios, entidades espirituais, instituições e objetos. Seus exemplos incluem: Maria, João, cachorro, tigre, maçã, manga, São Paulo, Paris, dragão, fada, anjo, Bíblia, Parlamento, caneta, bicicleta etc.
  • Substantivos abstratos, por outro lado, dão nome a seres cuja existência depende de algo ou alguém para se manifestar. Eles designam conceitos, ideias, ações, qualidades, estados e sentimentos. Exemplos de substantivos abstratos são: paz, coragem, aprendizado, passeio, alegria, tristeza, esperança, inteligência, bondade, egoísmo etc.
  • Substantivos comuns nomeiam seres de forma genérica, os quais pertencem a uma classe ou grupo. Alguns exemplos são: árvore, livro, médico, cadeira, passarinho etc.
  • Substantivos próprios, por sua vez, nomeiam seres específicos dentro de uma classe, de forma individualizada. Exemplos incluem: Estados Unidos, Dom Quixote, Fernanda, Rio Nilo, Cordilheira dos Andes etc. Observe que tais substantivos sempre são grafados com inicial maiúscula.
  • Substantivos coletivos são substantivos comuns que, mesmo no singular, referem-se a um conjunto de seres da mesma categoria. Alguns exemplos são: bando (conjunto de pássaros), frota (conjunto de navios), elenco (conjunto de atores), multidão (conjunto de pessoas), matilha (conjunto de cães) etc.
  • Substantivos simples são formados por apenas um radical (isto é, uma só palavra-base). Seus exemplos incluem: água, flor, paz, janela, Sol etc.
  • Substantivos compostos são formados pela união de dois ou mais radicais. Alguns exemplos são: guarda-roupa, paraquedas, bem-te-vi, couve-flor, passatempo etc.
  • Substantivos primitivos não derivam de nenhuma outra palavra e formam a base para a criação de outros termos. Seus exemplos incluem: fogo, vento, pedra, mar, folha etc.
  • Substantivos derivados, por outro lado, são formados de um substantivo primitivo mais a adição de elementos antes (prefixos) e/ou depois dele (sufixos). Alguns exemplos são: fogueira, ventania, pedregulho, marinheiro, folhagem etc."

Coordenadas geográficas: histórico, funções e utilização

As coordenadas geográficas são um sistema fundamental para localizar pontos específicos na superfície da Terra. Elas descrevem a posição de um lugar em relação à Linha do Equador e ao meridiano de Greenwich. Para compreendermos melhor este assunto, exploraremos os conceitos de paralelos, meridianos, latitude e longitude, destacando sua importância e aplicações.

Origem das coordenadas geográficas
As coordenadas geográficas têm uma longa história que remonta às civilizações antigas. A necessidade de se orientar e explorar o mundo levou ao desenvolvimento de sistemas rudimentares de coordenadas. No entanto, foi com o avanço da ciência e da tecnologia que as coordenadas geográficas se desenvolveram em sua forma atual.

Os primeiros registros conhecidos de uso de coordenadas geográficas remontam à antiga civilização grega. No século III a.C., o astrônomo Hiparco propôs o sistema de latitude e longitude, que estabeleceu a base para o sistema de coordenadas geográficas que utilizamos hoje. Ao longo dos séculos, diferentes civilizações e estudiosos contribuíram para o desenvolvimento e refinamento das coordenadas geográficas.

No século XVII, com o avanço da navegação e da exploração marítima, a necessidade de coordenadas geográficas precisas se tornou ainda mais evidente. Foi nesse contexto que o sistema de latitude e longitude foi amplamente adotado e refinado, com base em medições mais precisas e na utilização de instrumentos como o sextante.

A partir do século XIX, com o advento da tecnologia moderna, como o desenvolvimento de relógios precisos e a utilização de satélites para posicionamento global, as coordenadas geográficas se tornaram ainda mais precisas e amplamente utilizadas.

Hoje em dia, as coordenadas geográficas desempenham um papel crucial na nossa vida cotidiana. Elas são essenciais para a navegação, a cartografia, o planejamento urbano, a meteorologia, a geologia e muitos outros campos. Além disso, com o uso de sistemas de posicionamento global (GPS), é possível determinar nossa localização com alta precisão em qualquer lugar do mundo.

Paralelos
Os paralelos são linhas imaginárias que correm paralelamente à linha do equador. O principal paralelo é o Equador, que divide a Terra em hemisfério norte e sul. Além disso, temos o Trópico de Capricórnio, localizado a aproximadamente 23,5° de latitude sul, o Trópico de Câncer, a aproximadamente 23,5° de latitude norte, e os Círculos Polares Ártico e Antártico, localizados respectivamente a aproximadamente 66,5° de latitude norte e sul. Esses paralelos desempenham um papel importante na determinação das zonas climáticas e na compreensão dos fenômenos naturais, como as estações do ano.
Meridianos

Os meridianos são linhas imaginárias que ligam os polos da Terra e cortam os paralelos em ângulos retos. O meridiano de Greenwich é o meridiano de referência, a partir do qual as longitudes leste e oeste são medidas. Ele divide a Terra em hemisfério leste e oeste. A longitude é medida em graus, variando de 0° a 180° para leste e de 0° a -180° para oeste. Os meridianos desempenham um papel crucial na determinação da localização geográfica precisa de um lugar e são fundamentais para a navegação e a definição dos fusos horários.

Latitude
A latitude é a medida da distância de um ponto em relação à Linha do Equador. Ela varia de 0° a 90°, sendo 0° no equador e 90° nos pólos norte e sul. A latitude norte é representada por valores positivos, enquanto a latitude sul é representada por valores negativos. A latitude é utilizada para determinar a posição de um lugar no sentido norte-sul. Além disso, a latitude desempenha um papel fundamental na compreensão das características climáticas e na localização de diferentes zonas geográficas, como os trópicos e as regiões polares.

Longitude
A longitude é a medida da distância de um ponto em relação ao meridiano de Greenwich. Ela varia de 0° a 180° para leste e de 0° a -180° para oeste. A longitude é usada para determinar a posição de um lugar no sentido leste-oeste. Ela desempenha um papel crucial na navegação, no cálculo de fusos horários e na determinação precisa da localização geográfica. Através da longitude, é possível determinar a hora local em diferentes partes do mundo.

História e Geografia do Sudão do Sul

História do Sudão do Sul 
A República do Sudão do Sul é um país sem litoral na África Oriental. Faz fronteira com Etiópia, Sudão, República Centro-Africana, República Democrática do Congo, Uganda e Quênia.

O Sudão do Sul conquistou sua independência do Sudão em 9 de julho de 2011, após 98,83% de apoio à independência em um referendo realizado em janeiro de 2011, tornando-se o país mais jovem do mundo. Em abril de 2016, a República do Sudão do Sul tornou-se o sexto membro da Comunidade da África Oriental (EAC).

Geografia do Sudão do Sul 
O Sudão do Sul é uma combinação de planícies, planaltos e montanhas. A região central é predominantemente plana, com extensas áreas pantanosas, como o Sudd, formado pela seção Baḥr al-Jabal do rio Nilo Branco. No entanto, o país também possui áreas de terras altas, especialmente no seu interior.

O país inclui a vasta região pantanosa do Sudd, formada pelo Nilo Branco e conhecida localmente como Bahr al Jabal. O Monte Kinyeti tem o pico mais alto do país, com 3.187 metros (10.456 pés) de altura.

O Pantanal Maranhense


A Baixada Maranhense tem quase 18 mil km². É uma imensa planície inundada no norte do estado, onde o vai e vem das águas muda a paisagem dia após dia e a natureza brota entre rios e lagos. A região representa o maior conjunto de bacias lacustres do Nordeste.


Por toda essa riqueza natural, a região é fonte de vida para os moradores ribeirinhos. A Baixada pode ser considerada o ‘Pantanal Maranhense’.

É uma região importante também por abranger 21 municípios no Maranhão: Anajatuba, Arari, Bela Vista do Maranhão, Cajari, Conceição do Lago-Açu, Igarapé do Meio, Matinha, Monção, Olinda Nova do Maranhão, Palmeirândia, Pedro do Rosário, Penalva, Peri Mirim, Pinheiro, Presidente Sarney, Santa Helena, São Bento, São João Batista, São Vicente Ferrer, Viana e Vitória do Mearim.

Milton Santos

Milton Santos (1926 - 2001) foi um geógrafo, professor, intelectual e um dos maiores pensadores brasileiros:
  • Considerado por muitos o maior geógrafo do Brasil e um dos maiores do mundo.
  • Revolucionou o estudo da Geografia no país, abordando temas como a globalização, a urbanização e a influência do território sobre as pessoas.
  • Relacionou a Geografia a campos mais amplos, como a sociologia, a economia e a política
  • Foi o primeiro nativo de um país de terceiro mundo a receber o prêmio Vatrin Lud, uma espécie de Prêmio Nobel da Geografia.
  • Faleceu em São Paulo, em 24 de junho de 2001.

Dandara dos Palmares

Dandara dos Palmares foi uma guerreira negra do período colonial do Brasil. Ela viveu no Quilombo dos Palmares, o maior quilombo da história do Brasil, e ficou conhecida por ser uma mulher guerreira que se engajou na luta contra os portugueses que planejavam destruir o quilombo. 

Dandara foi esposa de Zumbi dos Palmares e mãe de três filhos. Ela dominava técnicas de capoeira e lutou ao lado tanto de homens quanto de mulheres nas batalhas de ataque ao quilombo.

Província de Icolo e Bengo

Icolo e Bengo é uma província de Angola . Foi criada em 5 de setembro de 2024 a partir da Província de Luanda . Sua capital é Catete .

Geografia e clima
Icolo e Bengo faz fronteira com as províncias angolanas de Luanda a noroeste, Bengo a norte, Cuanza Norte a leste e Cuanza Sul a sul. Também faz fronteira com o Oceano Atlântico a oeste. A fronteira entre Icolo e Bengo e Luanda segue o Rio Cuanza , o Canal do Kikuxi e as rodovias Via Expressa Fidel Castro   e EN-100.

Icolo e Bengo está localizada nas planícies de inundação dos rios Bengo , Cuanza e Longa . A província está localizada na ecorregião de savana e bosques da Escarpa Angolana e contém o Parque Nacional da Quiçama .

Icolo e Bengo tem um clima tropical com chuvas de verão. A interação entre a fria Corrente de Benguela e as águas equatoriais quentes produz névoa, fazendo com que a umidade na área permaneça alta durante todo o ano, enquanto a precipitação anual é baixa, variando de 350 a 650 mm.

História
Em 14 de agosto de 2024, a Assembleia Nacional de Angola aprovou uma lei para criar três novas províncias, incluindo a separação das porções menos urbanizadas da província de Luanda da cidade de Luanda para formar a nova província de Icolo e Bengo. Esta lei entrou em vigor com a sua publicação no diário oficial de Angola em 5 de setembro de 2024.

Administração
Icolo e Bengo está dividido nos sete municípios de Bom Jesus , Cabiri , Cabo Ledo , Calumbo , Catete, Quiçama , e Sequele . O Catete subdivide-se ainda nas comunas de Caculo Cahango , Cassoneca , Catete, e Caxicane ; Quiçama está subdividida nas comunas de Demba Chio , Mumbondo , Muxima , e Quixinge ; e Sequele está subdividida nas comunas de Funda , Quifangondo , e Sequele.


O primeiro governador de Icolo e Bengo é Auzílio de Oliveira Jacob, nomeado em dezembro de 2024.

Economia e infraestrutura
Ao contrário da economia de Luanda, que é mais orientada para o sector dos serviços , a economia de Icolo e Bengo deverá centrar-se mais na agricultura e na indústria.

O Aeroporto Internacional Dr. Antonio Agostinho Neto está localizado em Icolo e Bengo. A rodovia EN-230 e a Linha Férrea de Luanda também atravessam de leste a oeste a parte norte da província.

Na altura da sua criação, o Icolo e Bengo contava com três hospitais: um na capital Catete, e dois outros tinham sido recentemente construídos no Zango e no Sequele.


Cazombo é a capital da província do Moxico Leste


Cazombo é a capital da província do Moxico Leste.
Moxico Leste é uma das 21 províncias de Angola, localizada na região leste do país. 

Limites geográficos do Município do Cuito Cuanavale

O Município do Cuito Cuanavale tem como limites geográficos: o curso do Rio Micango, desde a sua confluência no Rio Cuilili (Kuilili), até a sua nascente; a linha que une esta nascente à nascente do Rio Bunze; o curso deste rio até a sua confluência no Rio Cuito; o curso deste rio, para montante, até a confluência do Rio Cuvuco; o curso deste rio até a sua nascente; a linha que une esta nascente à nascente do Rio Tchibué; o curso deste rio até a sua confluência no Rio Cuanavale; o curso deste rio, para montante, até a confluência do Rio Vunuandumba; o curso deste rio até a sua nascente; a linha que une esta nascente à nascente do Rio Cutupo; o curso deste rio até a sua confluência no Rio Nquembo; o curso deste rio, para jusante, até a confluência do Rio Côa; o curso deste rio até a sua nascente; a linha que une esta nascente à nascente do Rio Ube; o curso deste rio até a sua confluência no Rio Cueio; o curso deste rio até a sua nascente; a linha quebrada que une esta nascente às nascentes dos Rios Vicóço, Muihi, Cunzumbia e Cuzizi; o curso do Rio Cuzizi até a sua confluência no Rio Lomba; o curso deste rio até a sua nascente; a linha que une esta nascente à nascente do Rio Cuma; o curso deste rio até a sua confluência no Rio Cuito; o curso deste rio, para montante, até a confluência do Rio Cuchi; o curso deste rio até a sua nascente; a linha que une esta nascente à nascente do Rio Muquilanquima; o curso deste rio até a sua confluência no Rio Longa; o curso deste rio, para montante, até a confluência do Rio Cuilili (Kuilili); o curso deste rio até a confluência do Rio Micango.

O Município do Cuito Cuanavale compreende as Comunas do Lupire e do Cuito Cuanavale, com os seguintes limites geográficos:

a) A Comuna do Lupire tem como limites geográficos: o curso do Rio Cuvuco, desde a sua confluência no Rio Cuito, até a sua nascente; a linha que une esta nascente à nascente do Rio Tchibué; o curso deste rio até a sua confluência no Rio Cuanavale; o curso deste rio, para montante, até a confluência do Rio Vunuandumba; o curso deste rio até a sua nascente; a linha que une esta nascente à nascente do Rio Cutupo; o curso deste rio até a sua confluência no Rio Nquembo; o curso deste rio, para jusante, até a confluência do Rio Côa; o curso deste rio até a sua nascente; a linha que une esta nascente à nascente do Rio Cito; o curso deste rio até a sua confluência no Rio Cuanavale; a linha que une esta confluência à confluência do Rio Cumpulua no Rio Cuito; o curso do Rio Cuito, para montante, até a confluência do Rio Cuvuco;

b) A Comuna do Cuito Cuanavale tem como limites geográficos: o curso do Rio Micango, desde a sua confluência no Rio Cuilili (Kuilili), até a sua nascente; a linha que une esta nascente à nascente do Rio Bunze; o curso deste rio até a sua confluência no Rio Cuito; o curso deste rio, para jusante, até a confluência do Rio Cumpulua; a linha que une esta confluência à confluência do Rio Cito no Rio Cuanavale; o curso do Rio Cito até a sua nascente; a linha quebrada que une esta nascente às nascentes dos Rios Côa e Ube; o curso do Rio Ube até a sua confluência no Rio Cueio; o curso deste rio até a sua nascente; a linha quebrada que une esta nascente às nascentes dos Rios Vicóço, Muihi, Cunzumbia e Cuzizi; o curso do Rio Cuzizi até a sua confluência no Rio Lomba; o curso deste rio até a sua nascente; a linha que une esta nascente à nascente do Rio Cuma; o curso deste rio até a sua confluência no Rio Cuito; o curso deste rio, para montante, até a confluência do Rio Cuchi; o curso deste rio até a sua nascente; a linha que une esta nascente à nascente do Rio Muquilanquima; o curso deste rio até a sua confluência no Rio Longa; o curso deste rio, para montante, até a confluência do Rio Cuilili (Kuilili); o curso deste rio até a confluência do Rio Micango.

Fonte: Lei n.º 14/24, de 5 de Setembro - Lei da Divisão Político-Administrativa / Diário da República Popular de Angola.

As 21 Províncias de Angola e suas capitais

O território da República de Angola é constituído por 21 Províncias. As denominações e capitais de províncias são as seguintes:
  • Província de Cabinda, com capital em Cabinda;
  • Província do Zaire, com capital em Mbanza Kongo;
  • Província do Uíge, com capital no Uíge;
  • Província do Bengo, com capital no Dande;
  • Província de Luanda, com capital na Ingombota;
  • Província do Icolo e Bengo, com capital em Catete;
  • Província do Cuanza-Norte, com capital no Cazengo;
  • Província do Cuanza-Sul, com capital no Sumbe;
  • Província de Malanje, com capital em Malanje;
  • Província da Lunda-Norte, com capital no Dundo;
  • Província da Lunda-Sul, com capital em Saurimo;
  • Província do Moxico, com capital no Luena;
  • Província do Moxico Leste, com capital no Cazombo;
  • Província do Bié, com capital no Cuito;
  • Província do Huambo, com capital no Huambo;
  • Província de Benguela, com capital em Benguela;
  • Província do Namibe, com capital em Moçâmedes;
  • Província da Huíla, com capital no Lubango;
  • Província do Cunene, com capital no Cuanhama;
  • Província do Cubango, com capital em Menongue;
  • Província do Cuando, com capital em Mavinga.

Fonte: Lei n.º 14/24, de 5 de Setembro - Lei da Divisão Político-Administrativa / Diário da República Popular de Angola.

Composição e limites geográficos da Província do Cuando

A Província do Cuando, com sede no Município de Mavinga, compreende os Municípios do Cuito Cuanavale, do Dirico, de Mavinga, do Rivungo, de Xipundo, do Dima, do Luiana, do Mucusso e do Luengue.

A Província do Cuando tem como limites geográficos: o curso do Rio Micango, desde a sua confluência no Rio Cuilili (Kuilili), até a sua nascente; a linha que une esta nascente à nascente do Rio Bunze; o curso deste rio até a sua confluência no Rio Cuito; o curso deste rio, para montante, até a confluência do Rio Cuvuco; o curso deste rio até a sua nascente; a linha que une esta nascente à nascente do Rio Tchibué; o curso deste rio até a sua confluência no Rio Cuanavale; o curso deste rio, para montante, até a confluência do Rio Vunuandumba; o curso deste rio até a sua nascente; a linha que une esta nascente à nascente do Rio Cutupo; o curso deste rio até a sua confluência no Rio Nquembo; curso deste rio, para jusante, até a sua confluência no Rio Cuando; o curso deste rio, para jusante, até ao marco n.º 37 na fronteira com a República da Zâmbia; a linha de fronteira desde este marco até ao marco n.º 9 (Triune Point); a linha de fronteira deste marco até intercepção com o Rio Cubango; o curso deste rio até a confluência do Rio Cafulo; o curso deste rio até a confluência do Rio Cafulo I; o curso deste rio até a sua nascente; a linha que une esta nascente à nascente do Rio Tchambi; o curso deste rio até a sua confluência no Rio Cuito; o curso deste rio, para montante, até a confluência do Rio Cuchi; o curso deste rio até a sua nascente; a linha que une esta nascente à nascente do Rio Muquilanquima; o curso deste rio até a sua confluência no Rio Longa; o curso deste rio até a confluência do Rio Cuilili; o curso deste rio até a confluência do Rio Micango.

Fonte: Lei n.º 14/24, de 5 de Setembro - Lei da Divisão Político-Administrativa / Diário da República Popular de Angola.

Ver também:

Composição e limites geográficos da Província do Cubango

A Província do Cubango, com sede no Município de Menongue, compreende os Municípios de Menongue, do Cuchi, do Calai, de Nancova, do Cuangar, de Savate, do Caiundo, do Longa, do Cutato, do Chinguanja e de Mavengue.

A Província do Cubango tem como limites geográficos: o curso do Rio Catunda desde a sua confluência no Rio Cutato Nganguela até a sua nascente; a linha que une esta nascente à nascente do Rio Tchina; o curso deste rio até a sua confluência no Rio Liapeca; o curso deste rio até a sua confluência no Rio Cuchi; o curso deste, para jusante, Rio até a confluência do Rio Vuzongolo; o curso deste rio até a sua nascente; a linha que une esta nascente à nascente do Rio Cangungo II; o curso deste rio até a sua confluência no Rio Cangungo I; o curso deste rio até a sua confluência no Rio Cacuchi; o curso deste rio, para montante, até a confluência do Rio Ndala Cuchi; o curso deste rio até a sua nascente; a linha que une esta nascente à nascente do Rio Sassala (Vintsantsala); o curso deste rio até a sua confluência no Rio Njulungo; o curso deste rio, para montante, até a confluência do Rio Pondi; o curso deste rio até a sua nascente; a linha que une esta nascente à nascente do Rio Missongo; o curso deste rio até a sua confluência no Rio Cuceque; o curso deste rio até a sua confluência no Rio Cuelei; o curso deste rio até ao ponto onde o seu curso inflecte para Leste, (junto da nascente do Rio Luâmbua); a linha que une este ponto do Rio Cuelei à nascente do Rio Luâmbua; o curso deste rio até a confluência do Rio Issanda; o curso deste rio até a sua nascente; a linha que une esta nascente à nascente do Rio Cassongo; o curso deste rio até a sua confluência no Rio Cuvelai; o curso deste rio até a sua confluência no Rio Cuito; o curso deste rio, para jusante, até a confluência do Rio Bunze; o curso deste rio até a sua nascente; a linha que une esta nascente à nascente do Rio Micango; o curso deste rio até a sua confluência no Rio Cuilili; o curso deste rio até a sua confluência do Rio Longa; o curso deste rio até a confluência do Rio Muquilanquima; o curso deste rio até a sua nascente; a linha que une esta nascente à nascente do Rio Cuchi; o curso deste rio até a sua confluência no Rio Cuito; o curso deste rio, para jusante, até a confluência do Rio Tchambi; o curso deste rio até a sua nascente; a linha que une esta nascente à nascente do Rio Cafulo I; o curso deste rio até a sua confluência no Rio Cafulo; o curso deste rio até a sua confluência no Rio Cubango; o curso deste rio, para montante, até ao paralelo que passa pelo marco de fronteira n.º 47; a linha de fronteira com a República da Namíbia, desde o marco n.º 47 até ao marco n.º 34; a linha quebrada que une o marco de fronteira com a República da Namíbia (n.º 34) ao vértice geodésico secundário Namunhango (cota 1156,7) e a confluência da Mulola Nambunda na Mulola Lupangue (Camuandje, Canunda, Catope e Cumbati); o curso da Mulola Lupangue até a sua nascente; a linha quebrada que une esta nascente à nascente do Rio Samabimbe e à confluência do Rio Tchimaquela no Rio Cubango; o curso do Rio Cubango, para montante, até a confluência do Rio Cutato Nganguela; o curso deste rio até a confluência do Rio Catunda.

Fonte: Lei n.º 14/24, de 5 de Setembro - Lei da Divisão Político-Administrativa / Diário da República Popular de Angola.

Ver também:

Composição e limites geográficos da Província do Cunene

A Província do Cunene, com sede no Município do Cuanhama, compreende os Municípios de Ombadja, do Cuanhama, do Curoca, da Cahama, do Cuvelai, de Namacunde, do Chiéde, de Nehone, do Humbe, da Mupa, de Naulila, do Chitado, de Cafima e de Chissuata.

A Província do Cunene tem como limites geográficos: o curso do Rio Curoca (Pocolo), desde a confluência do Rio Liáua (Nandjila) até à confluência do Rio Tchunge (Tchindjumba, Caitchié ou Lua); o curso deste rio até à confluência da Mulola Uabola; o curso desta mulola até a sua nascente; a linha que une esta nascente à nascente do Rio Luano (Nhene); o curso deste rio até a sua confluência no Rio Caculuvali; o curso deste rio para montante, até à confluência do Rio Cotangota; o curso deste rio até a sua nascente; a linha quebrada que une esta nascente aos vértices geodésicos secundários Catouca (cota 1259,7), principal Cacimba (cota 1318), a Lagoa (etala) Nondjandja, os vértices geodésicos secundários Vacainto Sul (cota 1271) e Uncuio (cota 1277,7), a etala Uáfi, a nascente da Mulola Esclempane e a etala Mutchimbumba (Vimbumba, Mahango ou Mambonde); o curso desta mulola até a sua confluência na Mulola Mucope; a linha quebrada que une esta confluência aos vértices geodésicos principais Vataba (cota 1137,8) e Ialabandua (cota 1138,8) e a Lagoa Ialuculo; esta Lagoa seguindo o canal Norte até interceptar o Rio Cunene; o curso deste rio para montante, até à confluência do Rio Calonga (Colui); o curso deste rio até à confluência do Rio Camene; o curso deste rio até à confluência do Rio Calucuve; o curso deste rio até a sua nascente; a linha quebrada que une esta nascente às nascentes dos Rios Matote, Catanga, Vinhate I e Catchipulo; o curso deste rio até a sua confluência no Rio Cuvelai; o curso deste rio até a confluência do Rio Patiângulo; o curso deste rio até a sua nascente; a linha que une esta nascente à nascente do Rio Londaviula; o curso deste rio até à confluência do Rio Mbale; o curso deste rio até a sua confluência no Rio Cubango; o curso deste rio, para jusante, até à confluência do Rio Tchimaquela; a linha quebrada que une esta confluência às nascentes das mulolas Samambimbe e Camunda (Cumbati, Catope, Camuandje ou Lupangue); o curso desta mulola até à confluência da Mulola Nambunda; a linha quebrada que une esta confluência ao vértice geodésico secundário Namunhango (cota: 1155.7) e o marco n.º 34 da fronteira com a República da Namíbia; a linha de fronteira desde o marco n.º 34 até ao marco n.º 1 junto às cataratas do Ruacaná; a linha média do curso do Rio Cunene desde as cataratas do Ruacaná até a confluência do Rio Ouliamuquende; o curso deste rio até a sua nascente; a linha quebrada que une esta nascente os vértices geodésicos principais Chifiué (cota 1351,6) e secundário Ovipaca (cota 1403,9) e a nascente do Rio Mocuelo (Tucalavile); o curso deste rio até a sua confluência no Rio Liáua (Nandjila); o curso deste rio até a sua confluência no Rio Curoca (Pocolo).

Fonte: Lei n.º 14/24, de 5 de Setembro - Lei da Divisão Político-Administrativa / Diário da República Popular de Angola.

Ver também:

Composição e limites geográficos da Província da Huíla

A Província da Huíla, com sede no Município do Lubango, compreende os Municípios de Caconda, dos Gambos, da Humpata, do Lubango, do Cuvango, do Quipungo, da Chibia, de Quilengues, de Caluquembe, da Matala, da Jamba Mineira, do Chipindo, da Chicomba, da Cacula, do Dongo, do Hoque, de Capelongo, de Chituto, de Capunda Cavilongo, de Viti Vivali, de Galangue, da Palanca e do Chicungo.

A Província da Huíla tem como limites geográficos: o curso do Rio Tâma, desde a sua nascente, até a sua confluência no Rio Impulo; o curso deste rio até a confluência do Rio Tchitaqui; o curso deste rio até a confluência do Rio Mupalala; o curso deste rio até a sua nascente; a linha que une esta nascente à confluência do Rio Cutembo (Iuvo) no Rio Handja; o curso do Rio Cutembo (Iuvo) até a confluência do Rio Calununce; o curso deste rio até a sua nascente (braço mais a Sul); a linha que une esta nascente à confluência do Rio Tchassi no Rio Qué; o curso do Rio Tchassi até a sua nascente; a linha que une esta nascente à nascente do Rio Coporolo; o curso deste rio até a confluência do Rio Tchiva; o curso deste rio até a sua nascente; a linha que une esta nascente à nascente do Rio Tchissome; o curso deste rio até a sua confluência no Rio Lumupa; o curso deste rio até a confluência do Rio Tchingueue; o curso deste rio até a sua nascente; a linha que une esta nascente à nascente do Rio Dende; o curso deste rio até a sua confluência no Rio Cubal da Hanha; o curso deste rio até a confluência do Rio Cumbila; o curso deste rio até a sua nascente; a linha que une esta nascente à nascente do Rio Londimba; o curso deste rio a sua confluência no Rio Cola; o curso deste rio até a sua confluência no Rio Cuando; o curso deste rio até a sua confluência no Rio Catumbela; o curso deste rio até a confluência do Rio Cui; o curso deste rio até a confluência do Rio Cuneva (Caluneva); o curso deste rio até a sua nascente; a linha une esta nascente à nascente do Rio Tchipussa; o curso deste rio até a sua confluência no Rio Ióió; o curso deste rio até a sua confluência no Rio Quembei; o curso deste rio até a confluência do Rio Conundo; o curso deste rio até a confluência do Rio Chinhála; o curso deste rio até a sua nascente; a linha que une esta nascente à nascente do Rio Coneva; o curso deste rio até a sua confluência no Rio Cuando; o curso deste rio até a confluência do Rio Alunga; a linha que une esta confluência à nascente do Rio Tchila; o curso deste rio até a confluência do Rio Calai; o curso deste rio até a sua confluência no Rio Cunene; o curso deste rio até a albufeira do Rio Ngovi (Gove); esta albufeira até a foz do Rio Etembo I; o curso deste rio até a confluência do Rio Ndindo (Dindo); o curso deste rio até a sua nascente; a linha que une esta nascente à nascente do Rio Enhele (Nhere); o curso deste rio até a sua confluência no Rio Cubango; o curso deste rio até a confluência do Rio Lele; o curso deste rio até a confluência do Rio Tembo; o curso deste rio até a sua nascente; a linha que une esta nascente à nascente do Rio Mingomba; o curso deste rio até a sua confluência no Rio Cutato Nganguela; o curso deste rio até a sua confluência no Rio Cubango; o curso deste rio até a confluência do Rio Mbale (Bale); o curso deste rio até a confluência do Rio Londaviula; o curso deste rio até a sua nascente; a linha que une esta nascente à nascente do Rio Patiângulo; o curso deste rio até a sua confluência no Rio Cuvelai; o curso deste rio até a confluência do Rio Catchipulo (Catchipilo); o curso deste rio até a sua nascente; a linha quebrada que une esta nascente às nascentes dos Rios Vinhate I, Catanga, Matote e Calucuve (Ondjiracalucuve); o curso do Rio Calucuve (Ondjiracalucuve) até a sua confluência no Rio Camene; o curso deste rio até a sua confluência no Rio Calonga (Colui); o curso deste rio até a sua confluência no Rio Cunene; o curso deste rio até ao canal Norte que une a Lagoa Laluculo; este canal até interceptar a Lagoa Ialuculo; a linha quebrada que une esta intrecepção, aos vértices geodésicos principais Ialabandua, Vataba e a confluência da Mulola Mambonde na Mulola Mucope; o curso da Mulola Mambonde (Mahango ou Mutchimbumba) até a etala Mutchimbumba (Vimbumba); a linha quebrada que une esta confluência à nascente da Mulola Esclempane, a etala Uáfi, o vértice geodésico secundário Uncuio, o vértice geodésico secundário Vacainto Sul, a confluência da Lagoa (etala) Nondjandja na Mulola Nondjandja (Tchacamboio), o vértice principal Cacimba, o vértice secundário Catouca e a nascente do Rio Cotangota; o curso do Rio Cotangota até a sua confluência no Rio Caculuvali; o curso deste rio até a confluência do Rio Nhene (Luano); o curso deste rio até a sua nascente; a linha que une esta nascente à nascente Norte do Rio Uabola no ponto coordenado (387276; 8217716); o curso deste rio até a sua confluência no Rio Lua (Caitchié, Tchindjumba ou Tchunge); o curso deste rio até a sua confluência no Rio Curoca (Pocolo); o curso deste rio até a confluência do Rio Nompinda; o curso deste rio até a confluência do Rio Capalala; o curso deste rio até a confluência do Rio Tchovilute; o curso deste rio até a sua nascente; a linha quebrada que une esta nascente ao ponto de cota 1427 (no Comicanda), o ponto de cota 1412 (no Tengue), o vértice geodésico secundário Ufo, o ponto de cota 1312 (no pico Ngongovala (Gongovala)), o ponto de cota 1336 (na Serra Mpalanga (Palanga)) e o ponto de cota 1264 (na mesma serra), a confluência do Rio Chipeio (Tchipeio ou Fimo) no Rio Cubal, ao pico Ampaleleco (Ampereleco) (cota 1112), o pico Pacaa (cota 1235) e os pontos mais altos de Mangundge (Nongundge) (cota 1203), Mueque (Muheque) (cota 1399), Mbalambole (Balambole) (cota 1805), os vértices geodésicos secundários Vana Velombe, Upunda Iahonde (cota 1904) e Upunda Caiama (Ancaíama) (cota 1815), a escarpa da Serra da Chela nos pontos mais altos Chacuto, Cassoma, Quipata, o vértice geodésico secundário Coimacama, a ponta do Hoque, o vértice geodésico principal Caculucai, a portela do Bruco, a escarpa Ivaliaumbe (Ivaliaumbo) e a nascente do Rio Condo, os vértices geodésicos Tchoi (Tohói), Miradouro, vértice Nompaca e a nascente do Rio Nombungo (Tchilemba ou Caniço); o curso deste rio até a confluência do Rio Cahilite; o curso deste rio até a confluência do Rio Bentiaba (Mungondo ou Mungondué); o curso deste rio até a confluência do Rio Cocola; a linha quebrada que une esta confluência aos pontos mais altos do Monte Biamba (cota 1134), do Morro Vihamba (Viamba) (cota 1060) e a nascente do Rio Tapa; o curso deste rio até a confluência do Rio Hole (Impulo); o curso deste rio até a confluência do Rio Colombuindo; o curso deste rio até a confluência do Rio Tchicacimo (Chicacimo); o curso deste rio até a sua nascente; a linha quebrada que une esta nascente ao vértice geodésico secundário Tâma (no monte Tâma ou Vicuio) e a nascente do Rio Tâma.

Fonte: Lei n.º 14/24, de 5 de Setembro - Lei da Divisão Político-Administrativa / Diário da República Popular de Angola.

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