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Vídeo: Pense num trânsito caótico e que funciona

Um vídeo publicado no Facebook pela página Mais Geografia "viralizou" pelo mundo. O vídeo já tem mais de 663 mil compartilhamentos e 32 milhões de visualizações. O vídeo tem o seguinte título: Bangkok, Tailândia: Pense num trânsito caótico e que funciona. Assista o vídeo : 


Na verdade são imagens que retratam várias cidades do mundo, como é possível ver através do nome que é mostrado no canto direito do vídeo. A cada cidade diferente mostrada aparece o nome do local no vídeo. Temos  cenas de Bangkok (Tailândia), de algumas cidades chinesas e uma paquistanesa (não identificadas no vídeo), de Hanói (Vietnã), e de Minsk (Bielorrússia).  O vídeo chama a atenção pela situação de intenso tráfego, que parece funcionar de maneira bastante organizada. 

Jovem constrói um poço escavado à mão e chama a atenção no Facebook

O vídeo que foi compartilhado no Facebook pela página Mais Geografia já tem quase 2 milhões de visualizações. 

O jovem utiliza as mãos e instrumentos simples para construir um poço de água. O vídeo vai mostrando todas as etapas de construção. Ele utiliza cipós, pequenos galhos de árvores e bambu-gigante como base para o seu projeto. Ao final o jovem ainda faz uma "recuperação ambiental", no entorno do local onde foi construído o poço para manter a qualidade da água.

Sihle Maseko, o baterista Sul-Africano

 Depois de encantar o mundo, ao 10 anos, em 2015,  tocando uma bateria improvisada,  Sihle Maseko ganhou uma bateria de verdade.


A bateria foi dada de presente por seu tio  Itumeleng Setshedi. Naquele mesmo ano, sua mãe postou um vídeo em sua página no Facebook "Sihle the drummer", já utilizando o novo instrumento musical.

O agro que não é TECH, não é POP e MATA

Trabalhadores rurais que não abrem mão da terra são ameaçados por madeireiros, fazendeiros e até empresas mineradoras por todo o país. Enfraquecimento na política de reforma agrária é apontado como principal fator para escalada de assassinatos.

Vídeo: jurados de morte
A ONG Repórter Brasil reuniu 10 relatos de pessoas que vivem sob risco constante na Bahia, Maranhão, Amazonas, Tocantins e Pará.

*Com informações da Repórter Brasil.

O baterista mais jovem da África do Sul, um talento incrível com uma bateria improvisada

Seu nome é Sihle Maseko. Ele mora na África do Sul. O pequeno baterista, seus pais e milhões de pessoas de todo o mundo perceberam que o jovem de 10 anos (em 2015) tinha um talento natural! Sua mãe, Bontle Setshedi, postou o primeiro vídeo em sua própria página no Facebook, que foi compartilhada por milhares de pessoas e vista por milhões…

Não desanimado com a falta de instrumentos, Sihle, fez sua própria bateria utilizando latas, baldes e outras ferramentas. Uma vez que o instrumento foi criado e Sihle tocou a bateria, os vídeos que foram postados no Facebook atraíram milhões de telespectadores e fãs. Sua mãe, Bontle Setshedi, não poderia estar mais orgulhosa: "Percebi que Deus havia lhe dado um presente ”, disse ela. “Ele era tão bom. Ainda fico emocionada quando vejo o que as pessoas estão dizendo sobre ele no Facebook ”. 

Encantado pelo talento do sobrinho, o tio de Sihle, Itumeleng Setshedi, comprou uma bateria de veradade para ele.

Leia também: 

“Eu o vi usando esses tambores de lata e percebi que ele tinha muito potencial. Eu senti que tinha que comprar uma bateria nova para ele - disse seu tio. “Definitivamente valeu a pena, não apenas porque é o que Sihle queria, mas também porque ele tem o dom.”


O vídeo também já foi publicado em português no Facebook e no Youtube por outras pessoas. 


*Com informações da página de Sihle no Facebook e dos sites (em inglês) Good Things Guy e The South African.

A minha casa é como uma prisão. Quero ir à escola.

A história de Fares é a história de milhares de crianças sírias dentro e fora do país. Há muitas pessoas que já conhecem a história de Fares , um menino sírio que vive no Líbano e que tocou nossos corações por tudo que ele passou quando tinha apenas 6 anos de idade. 


Quando o pessoal da UNICEF (Fundo das Nações Unidas para a Infância) entrevistou o garoto, ele disse que nunca tinha ido a uma escola, mas, no entanto, já teve vários empregos: garçom, vendedor, faxineiro ...


Desde que foi entrevistado para o vídeo, Fares pôde ir à escola porque, graças ao apoio de doadores, a UNICEF vem pagando as taxas das escolas públicas para todas as crianças em idade primária no Líbano , além de fornecer o material escolar.

Mas o sonho de Fares durou apenas 4 dias ... "A professora me disse que se minha mãe não me comprasse o uniforme e que minhas roupas e calçados não estivessem limpos ela não me deixaria continuar a frequentar a escola", explica Fares, que finalmente decidiu parar de estudar porque algumas as crianças começaram a bater nele. 

"É por isso que quero ir para uma escola diferente", disse o menino. A  UNICEF , está treinando professores no Líbano para que eles possam lutar contra o bullying e a discriminação nas escolas. O transporte é outro grande obstáculo. 

Apesar de  esforços da UNICEF, a área onde Fares vive ainda não tem transporte gratuito para estudantes.

Embora a história de Fares seja extremamente difícil, houve alguns avanços positivos em sua vida desde que o conhecemos . Este menino não trabalha mais porque sua mãe percebeu que, apesar da terrível situação econômica da família, isso não era bom para ele. 

Professor recebe alunos com um cumprimento diferente

O vídeo foi publicado pelo "The Epoch Times", um jornal de conteúdo multilíngue que busca contar histórias que são autenticamente locais com relevante valor global.

Uma iniciativa maravilhosa do professor. Sem dúvidas, uma poderosíssima forma de motivar os alunos. Devem contar as horas para chegar à escola.

O vídeo do cumprimento do professor e seus alunos publicado na página  Đại Kỷ Nguyên ,  versão vietnamita do jornal ""The Epoch Times"  no Facebook (a língua nacional e oficial do Vietnã), tomou conta da internet e foi postado em diversas páginas do Facebook, em diferentes idiomas.

Na versão em português, a página Mais Geografia postou o vídeo que já alcançou milhões de acessos.


O vídeo também está disponível no Youtube: 


Renato Russo fala sobre a música 1965 (Duas tribos) e a ditadura militar

O discurso de Renato Russo foi feito na década de 1990, no entanto, ainda e infelizmente, bem atual.


“Essa música que a gente vai tocar agora é do Quatro Estações, se chama 1965 – Duas Tribos e assim, eu nunca vi ninguém falando sobre essa música, mas, basicamente, a música é sobre o um momento no nosso país que de repente fechou tudo.

E eu acho sempre importante lembrar, eu pelo menos gosto sempre de me lembrar que hoje a situação pode ta difícil pra caramba mas, temos uma coisa muito preciosa que é liberdade, então, eu posso vir aqui cantar, vocês podem vir aqui, vocês podem fazer a pergunta que quiserem. Isso eu acho uma coisa muito, muito importante, por que a gente se esquece que até pouco tempo atrás, de repente dependendo das ideias que seu pai tivesse, seu irmão,sabe, seu namorado, iam bater na sua casa, eles iam pegar essa pessoa e você nunca mais ia saber o que tinha acontecido com essa pessoa e ficou por isso mesmo, e não se fala nisso. É uma coisa muito perigosa de tipo assim: “não, a gente era feliz naquela época.”

Gente, eu não me lembro de ser feliz naquela época, não. Fazer redação dizendo que o presidente é maravilhoso, quando muito tempo depois, a gente descobre que pessoas estavam sendo mortas em nome de uma grande coisa que não se sabe o que é, então eu acho isso muito péssimo. E a música é sobre isso.

A música fala especificamente de tortura e fala dessa ideia toda do Brasil ser um país do futuro. E é sobre como seria legal se a gente encaminhasse o Brasil pra ser um lance legal por que chega de ser o país do futuro! A gente tem que ser o país do presente! Temos que viver agora.”

Conselhos de Mário Sergio Cortella para ser um bom professor

Trechos escritos extraídos do vídeo Ser um bom professor - Mário Sergio Cortella

A primeira grande dica é que só é um bom ensinante quem for um bom aprendente. Quem não conseguir ser um bom aprendente não conseguirá ser um bom ensinante.
Ser um bom professor: dicas de Mário Sergio Cortella,  filósofo, escritor e professor 

E a essa dica decorre uma segunda, que é a necessidade de ter a humildade pedagógica, isto é: a capacidade de saber que eu não sei tudo o tempo todo, de todos os modos. E ninguém sabe!

Essas dicas servem para a gente compreender a necessidade de não estagnar, de não interromper o processo de vitalidade que vem exatamente pela capacidade de aprendizado contínuo, de renovação, de abrir a mente, de ser capaz  de, entre outras coisas, não se considerar nunca completo, pronto, feito por inteiro (que em latim é perfeito). Ao contrário: sentir-se alguém em construção, uma obra contínua de vida, de história, de obra.

Afinal de contas, o que vale para cada homem e para cada mulher é exatamente a nossa obra, o que nós deixamos. 

Os chineses dizem uma coisa especial: quando a partida de xadrez termina, o peão e o rei vão para a mesma caixinha. Quando o jogo de xadrez acaba, independentemente do resultado,  o peão e o rei são guardados na mesma caixa.

Portanto, como dizia um grande gaúcho, Apparício Torelly (o Barão de Itararé), a única coisa que se leva da vida é a vida que você leva.

Que vida levamos nós? É a vida que constrói uma obra, de aprendizado contínuo ou é uma vida de arrogância, de petulância, de nariz empinado?

Eu acho que nessa hora vale exatamente a dica para toda a vida: é a vida - também ela - como uma forma de conhecimento.