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O Espaço Urbano: Novos Escritos sobre a Cidade - Ana Fani Alessandri Carlos

CARLOS, Ana Fani Alessandri. O Espaço Urbano: Novos Escritos sobre a Cidade. São Paulo: FFLCH, 2007, 123p.

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http://gesp.fflch.usp.br/sites/gesp.fflch.usp.br/files/Espaco_urbano.pdf

O objetivo desta obra é reunir um conjunto de idéias que foram sendo construídas ao longo dos últimos anos, tendo como centro o debate em torno da necessidade de construção de um “modo possível de pensar a cidade” nos dias de hoje – através da Geografia – em um momento em que a sociedade urbana se constitui a partir da generalização do processo de urbanização no mundo. Esse processo que tem como conteúdo a realização do mundial – espaço mundial e sociedade urbana – coloca-nos diante de uma nova relação espaço tempo, que, a meu ver, caracteriza o momento histórico atual. Na realidade, o caminho que seguimos toma uma direção inversa às análises que consideram o tempo elemento definidor deste período, propondo, inclusive, a negação do espaço como elemento explicativo do mundo moderno. Para muitos autores, o momento atual, qualificado como pós-moderno, teria por centro definidor as mudanças no tempo, o que conduziria a um processo de “desterritorialização”.

O Relevo Brasileiro nas Macroestruturas Antigas - Jurandyr Ross

ROSS, J. L. S. . O Relevo Brasileiro nas Macroestruturas Antigas. Revista Continentes (UFRRJ), v. 2, 2013.

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Resumo: as formas do relevo no território brasileiro não podem ser entendidas sem a compreensão do que ocorre com o relevo do continente sul-americano. Os processos estruturais e esculturais que se desenvolvem no relevo brasileiro estão diretamente relacionados com a abertura do Atlântico e com a formação da Cadeia Orogenética dos Andes. A epirogênese meso-cenozóica foi o fator que desencadeou os processos denudacionais que estabelecem a marca definitiva na compartimentação do relevo brasileiro. As grandes formas associam-se às macroestruturas dos Crátons, Cinturões Orogenéticos e Bacias Sedimentares. Essas macromorfologias são produzidas pelas diversas fases erosivas pré e pós-cretácea e a tectônica antiga e Cenozóica. Posições altimétricas elevadas coincidentes com litologias de massas ígneas e de rochas de alto metamorfismo e relevos mais rebaixados esculpidos sobre rochas de baixo metamorfismo sugerem importantes efeitos do desgaste erosivo químico atuando na gênese das formas do relevo brasileiro. 

Palavras-chave: relevo; processos; macromorfologias.

Milton Santos: Para que a Geografia mude sem ficar a mesma coisa

SANTOS, M. A. . Para que a geografia mude sem ficar a mesma coisa. Boletim Paulista de Geografia, São Paulo, n.59, p. 5-22, 1984.

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No âmbito internacional, a Geografia está hoje, novamente, marcada por uma oposição de tendências. De um lado, os que não desejam que a História se faça em favor dos povos dependentes e das classes oprimidas. Do outro, os que pugnam por uma nova ordem socialmente mais justa. Entre os primeiros, surgem novas formas de apresentação de velhas posições, tanto mais perigosas quanto mais bem revestidas, mas há, também, uma busca de parecer outra coisa, um mimetismo cuja identificação nem sempre é fácil. A reencadernação da Geografia Cultural, o neodarwinismo redivivo sob a capa de sociobiologia e um humanismo de fachada, onde se incluem postulações fenomenológicas “sui-generis”.

Região, Diversidade Territorial e Globalização - Rogério Haesbaert

HAESBAERT, Rogério. Região, Diversidade Territorial e Globalização. Geografia, Ano 1, Nº 1. Rio de Janeiro, Universidade Federal Fluminense, 1999, p. 15-39.

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http://www.uff.br/geographia/ojs/index.php/geographia/article/viewFile/4/3

Resumo: A região e a questão regional seguem sendo relevantes e são revigoradas, pois mesmo na era da globalização a diversidade territorial se manifesta tanto através de profundas desigualdades (econômicas) - que o marxismo ajuda a explicar, quanto de diferenças (culturais), sobrevalorizadas pelo chamado pós-estruturalismo. Neste jogo de múltiplos desenhos territoriais, a relação local-global adquire destaque e a região se torna muito mais complexa, manifestando-se tanto na forma tradicional dos territórios-zona quanto na forma de territórios-rede ou “redes regionais” . Palavras-chave: Região, Regionalização, Global-Local.

A natureza social do discurso geográfico - Alexandrina Luz Conceição

A natureza social do discurso geográfico - Alexandrina Luz Conceição. Terra Livre São Paulo/SP Ano 28, V.2, n.39 p.19-35 Jul-Dez 2012

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Resumo: Este texto objetiva refletir sobre as fronteiras e delimitações do pensar geográfico nos diferentes discursos das ciências sociais. Pensar o pensamento geográfico a partir de estruturas construídas no contexto histórico em que prescrevem as ideologias, na configuração das concepções teóricas dos sujeitos que discursam. A análise proposta tem como fundamentos a teoria e o método do marxismo e da filosofia da linguagem, sustentados na análise do discurso de Michael Bakhtin. Objetiva-se, assim, aferir que todo discurso tem uma estrutura polifônica, estando simultaneamente na dimensão diacrônica/sincrônica, inscrito em diversos tempos históricos, já que a natureza do enunciado é social, e não individual, e esta não existe fora de um contexto social. Todo discurso tem, no seu enunciado, a posição de uma classe social. Ao posicionar-se o discurso (desde que nele não haja neutralidade), este é feito em nome de uma classe social, portanto, todo discurso assume a tensão de um objeto que deve ser exposto por um sujeito em múltiplos sujeitos que o representam. 
Palavras-chaves: pensamento geográfico, natureza social do discurso, signo dialético, polifonia do discurso, método.

Pesquisa de campo em Geografia - Dirce Maria Antunes Suertegaray

SUERTEGARAY, D. M. A. Pesquisa de campo em Geografia. GEOgraphia (UFF), Niterói/RJ, v. 4, n. 7, 2002.

RESUMO:  Este trabalho focaliza a importância e as diversas vertentes metodológicas em torno da pesquisa de campo em Geografia, concebida, de forma ampla, como um instrumento de análise que permite o reconhecimento do objeto e que, fazendo parte de um método de investigação, permite a inserção do pesquisador no movimento da sociedade como um todo. Palavras-chave: Pesquisa de Campo; método de investigação.

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http://www.uff.br/geographia/ojs/index.php/geographia/article/viewFile/78/76

A pesquisa de campo é um tema muito importante na Geografia, porém, com pequena discussão. Na intenção de contribuir com o debate, trazemo-lo a público de maneira mais ampla. É importante, em particular, para aqueles que se iniciam na pesquisa, pensar suas formas de realização. Cabe dizer, de início, que embora a discussão sobre trabalho de campo seja pequena, significativos textos de geógrafos experientes estão disponíveis para leitura. Não arrolarei todos, porém é importante lembrar os textos de Lacoste (1985), Kayser (1985), Tricart (1980) e Oliveira (1985), entre outros que tratam do tema. E importante dizer que estes textos, escritos nas décadas de 70 e 80, trazem à discussão o sentido do trabalho de campo para o geógrafo, o compromisso com as comunidades envolvidas e a divulgação dos resultados. Ao iniciar, fazemos a seguinte referência: ao ler a súmula/ementa proposta para discussão, encontramos entre os diferentes termos que podem expressar a pesquisa de campo, a palavra “campear”. Campear é uma palavra utilizada pelo homem do campo (peão) e de maneira ampla pela população da Campanha no Rio Grande do Sul e significa procurar. Quando alguém diz “estou campeando algo” significa estou procurando. Escolhemos, então, esta palavra como uma forma de fazer campo. Campeando — procurando — pesquisando. Se entendo campear como pesquisar, cabe dizer que pesquisar é busca. Entretanto, começamos colocando, num primeiro momento, o que entendemos por pesquisar. As respostas às questões que nos colocamos partem da concepção de construção do conhecimento que se baseia, entre outras leituras, em Maturana e Varela, dois bio-neurologistas chilenos que fornecem a base biológica para a construção/explicação das teorias construtivistas. A partir delas é que pretendemos expor nossas idéias.

O conhecimento pedagógico do conteúdo na prática profissional de professores de geografia - Claudivan Sanches Lopes, Nídia Nacib Pontuschka

LOPES, C. S.; PONTUSCHKA, N. N. O conhecimento pedagógico do conteúdo na prática profissional de professores de geografia. GEOUSP – Espaço e Tempo, São Paulo, v. 19, n. 1, p. 076 - 092, 2015

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Resumo: Neste artigo, descrevemos e analisamos a produção e o desenvolvimento do conhecimento pedagógico do conteúdo (CPC), categoria de conhecimento docente criada por Lee S. Shulman para a prática profissional de professores de geografia. No contexto das pesquisas que estudam os saberes docentes, discutimos a importância desse tipo de conhecimento para o desenvolvimento da profissionalidade docente e fortalecimento de sua identidade profissional. Além de pesquisa bibliográfica, obtivemos dados e informações por meio de observação de aulas e entrevista com cinco professores de geografia experientes e especialistas que lecionam em Maringá-PR. Procuramos mostrar que o desenvolvimento do CPC pelo professor é um dos signos da compreensão especial dos conteúdos geográ- ficos que exige uma docência de qualidade nessa área e que também revela o domínio da profissão. Assim, esperamos contribuir com o processo de formação desses professores e com o fortalecimento de sua identidade profissional. 
Palavras-chave: Geografia. Formação do professor de geografia. Profissionalidade. Saberes docentes. Conhecimento Pedagógico do Conteúdo.

Geografias em Quadrinhos: Imaginando um mundo em sala de aula - Rafael Martins da Costa

Geografias em Quadrinhos: Imaginando um mundo em sala de aula. / Rafael Martins da Costa. – Porto Alegre : UFRGS/PPGea, 2012. 112 f.

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Resumo - A busca por uma prática mais coerente com uma contemporaneidade globalizada, de espaços e tempos mais comprimidos, bem como uma juventude menos disposta à obediência cega e à passividade, se faz necessária nesse momento. A atuação individual do professor em sala de aula, se não é a única responsável por uma maior abertura da escola para a vida, é um aspecto importante disso; portanto, nela focarei minha discussão. Assim, insiro a proposta de utilização das Histórias em Quadrinhos no ensino de Geografia. A linguagem dos Quadrinhos, que mescla imagens e textos para narrar uma história ou um acontecimento, desde seu surgimento, se espalhou pelo mundo e tornou-se, inclusive, um meio de comunicação de massas. Por muito tempo, a escola e a academia mantiveram-se fechadas para essa linguagem, dando-lhe um valor menor como forma de leitura. Com o passar do tempo, essa realidade vai se transformando e, atualmente, são muitos os trabalhos científicos que trazem as Histórias em Quadrinhos como tema. A Geografia, como campo de conhecimento e como discurso científico, ao longo de sua existência, teve, no uso das imagens, uma base para fundamentação de suas proposições. Ao tomarmos conhecimento do mundo através das imagens que nos chegam dele, vemos como a educação do olhar é um aspecto importante no ensino de Geografia, tendo aí os Quadrinhos uma grande contribuição a dar. Neste estudo, analiso atividades realizadas por alunos em sala de aula, nas quais o conteúdo geográfico é tratado através da linguagem quadrinística, numa tentativa de estimular a imaginação e a criatividade, bem como o espírito crítico. Através de Histórias em Quadrinhos produzidas pelos estudantes é possível analisar sua visão sobre a cidade e bairro em que moram e se ela se diferencia de outras visões. Trata-se de uma experiência e uma discussão, não de uma obra definitiva sobre o assunto, com conclusões fechadas.

Palavras-chave: Quadrinhos, Ensino de Geografia, Educação Visual, Imagens.

Geografias de Mundo Reveladas nas Canções de Chico Buarque - Carolina Machado Rocha Busch Pereira

PEREIRA, Carolina Machado Rocha Busch. Geografias de mundo reveladas nas canções de Chico Buarque. 2013. Tese (Doutorado em Geografia Humana) - Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2013. 155 f.

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Resumo: De natureza essencialmente teórica e bibliográfica, a tese consiste em refletir sobre as geografias de mundo reveladas nas letras das canções de Chico Buarque. Uma vez que a música opera com emoções e desejos, ela influencia comportamentos, e não só transforma a mobilidade espacial, mas também é por ela transformada. As letras das canções de Chico Buarque são portadoras de sentidos, revelam o mundo e possuem potência geográfica para dialogar com o mundo, o lugar e o cotidiano a partir das relações que emolduram a vida. Os encontros geográficos com as letras das canções são possibilidades de leitura da obra do artista pela perspectiva geográfica humanista. Sujeito e mundo coexistem e o lugar, que é o espaço com o qual o sujeito estabelece relações, possui uma gama de significados e valores que são inseparáveis da experiência de quem os vivencia. O lugar tem um sentido e constitui parte essencial da existência humana. Consequentemente, a experiência no mundo-lugar está ligada à forma como se percebe o mundo a partir do espaço-tempo-sentido.

Palavras-chave: Chico Buarque Geografia Humanismo Lugar Música.

“A volta do cultural” na Geografia - Paul Claval

CLAVAL, Paul. A volta do cultural na geografia. In: Revista Mercator Geografia. UFC, ano 01, número 01, 2002, p.19-28.

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RESUMO 
O artigo analisa as mudanças recentes ocorridas na Geografia Cultural, que conduziram a uma “volta do cultural” na Geografia. Após uma breve apresentação das novas bases da epistemologia científica, o autor descreve os novos rumos das relações homens/meio ambiente, trata da abordagem regional a partir do interesse da Geografia Cultural pelos lugares, enfoca as relações sociais na abordagem cultural, especialmente o papel da comunicação. A análise assim desenvolvida conduz a concluir que a abordagem cultural demonstra interesse crescente pelos problemas morais do mundo atual, pelas Geografias Vernaculares e pelas Etnogeografias.

Geografia: Além do professor? - Milton Santos

SANTOS, M. A. . Conferência de Abertura: A Geografia além do professor. 1996. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

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O que querem dizer esses meninos, quando me pedem que venha falar sobre este tema, “além do professor?” Professor, a sala de aula esses contatos que não são burocráticos, mas que se dão em uma temporalidade prevista por alguma forma dita burocrática também, porque são encontros marcados antecipadamente nas mesmas horas, nos mesmos dias durante um período. O ensino, o aluno que aprende pode se tornar professor, o que me parece ser uma das questões que os geógrafos brasileiros estão enfrentando.

O que fazer além de ser professor? Será que entrando numa faculdade de Geografia, não há outro destino, senão esse, grandioso sem dúvida, mas estreito diante daquilo que a Geografia pode oferecer e, sobretudo, daquilo que a nação necessita, que venha de parte dos geógrafos. Mas há também uma outra vertente a partir do que fazemos em faculdades como a de Geografia, porque eu não me contento com a ideia de que a Geografia seja um Departamento, a Geografia é por ela mesmo uma Faculdade. Que todo o Brasil tem certamente a Geografia mais dinâmica do hemisfério, dessa coisa chamada o Ocidente.

O Papel Ativo da Geografia. Um Manifesto - Milton Santos

SANTOS, M. et al. 2000. O papel ativo da Geografia : um manifesto. Florianópolis : XII Encontro Nacional de Geógrafos.

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 http://www.revistaterritorio.com.br/pdf/09_7_santos.pdf

O papel atribuído à geografia e a possibilidade de uma intervenção válida dos geógrafos no processo de transformação da sociedade são interdependentes e decorrem da maneira como conceituarmos a disciplina e seu objeto .

Se tal conceituação não é abrangente de todas as formas de relação da sociedade com seu meio, as intervenções serão apenas parciais ou funcionais, e sua eficácia será limitada no tempo.

A Geografia e o Resgate da Geopolítica - Bertha Becker

BECKER, B. K. A Geografia e o Resgate da Geopolítica. Espaço Aberto, PPGG - UFRJ, V. 2, N.1, p. 117-150, 2012 ISSN 2237-3071


RESUMO
Artigo originalmente publicado pelo IBGE na Revista brasileira de Geografia, vol. 50, n.2, número especial, 1988, p.99-125. Republicação na Revista Espaço Aberto sob permissão concedida pelo IBGE.

Embora o projeto político da Geografia remonte à sua origem, associado à sua pratica estratégica, não foi ele desenvolvido no plano teórico. Nem a Geografia Política nem a Geopolítica conseguiram satisfatoriamente explicitar a dimensão política do espaço, o que certamente imobilizou a reflexão da própria Geografia. Hoje, a questão das relações entre a Geografia e a Geopolítica se insere no contexto de velocidade espantosa de transformação do planeta no segundo pós-guerra e da crise de ciência social, que não consegue dar conta do movimento da sociedade e das novas estruturas de poder nem propor soluções para o futuro. Novas problemáticas têm que ser incorporadas à explicação da crescente globalização e complexidade do mundo na era tecnológica. 

A busca de novos paradigmas da ciência e o rompimento das barreiras entre as disciplinas – a transdisciplinaridade – parecem hoje tornar-se uma exigência, e o rompimento de barreira entre a Geografia e a Geopolítica numa perspectiva crítica, integrado à natureza holística e estratégica do espaço, pode representar um passo importante nesse caminho, pois que o poder e o espaço e suas relações são, sem dúvida, problemáticas contemporâneas significativas.

Palavras-chave
Geografia, Geopolítica, Geografia política