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Escudo do Flamengo

Escudo do Clube de Regatas do Flamengo

A torcida flamenguista é apaixonada pelo escudo e brasão do seu time. É por isso que a sua imagem é tão procurada. Aqui você pode baixar a imagem mais recente do escudo do Flamengo.

Escudo do Cruzeiro

Escudo do Cruzeiro Esporte Clube

O escudo do Cruzeiro Esporte Clube é constituído da constelação do Cruzeiro do Sul, dentro de uma circunferência azul, com as estrelas brancas, tendo em toda sua volta uma circunferência branca com os dizeres Cruzeiro Esporte Clube, no mesmo azul.

Escudo do Real Madrid

Escudo do "Real Madrid Club de Fútbol", equipe de futebol da Espanha..

Escudo do FC Barcelona

Escudo do "Futbol Club Barcelona", equipe de futebol da Espanha.

Escudo do Coritiba

De acordo com o Art. 9º do Estatuto do Coritiba, o emblema do clube é constituído: por um círculo, simbolizando o globo terrestre; nas partes superior e inferior, desenho raiado, lembrando calotas polares em visual de alto relevo; em torno do círculo, no interior de duas linhas paralelas periféricas, está grafado o nome CORITIBA FOOT BALL CLUB, por extenso, com a grafia PARANÁ no espaço inferior; e, com destaque no centro de globo, as iniciais CFC.
Escudo do Coritiba.

Suas cores, verde e branca, remetem à bandeira do Estado do Paraná; a estrela dourada, acima do escudo, é o símbolo da maior conquista do Clube, o Campeonato Brasileiro de 1985.

Folclore

O vovô do Paraná tem muitas histórias sobre o símbolo que representa o Clube. Uma das questões que concernem ao escudo diz respeito ao folclore em torno das marcas brancas dentro do globo. Segundo alguns torcedores e historiadores, elas poderiam representar 12 pinhões estilizados que retomam o dia de fundação do Clube e a marca do Estado do Paraná, a Araucária.

No entanto, sabe-se que, de acordo com o estatuto do Clube, as marcas são extensões dos meridianos terrestres, tendo em vista que o globo no qual está a escritura CFC representa a terra e as marcas brancas são as calotas polares estilizadas em alto relevo.

O primeiro escudo do Coxa

Muito antes do atual símbolo, o Coritiba usou um outro escudo na década de 10, mas somente quase um século depois pesquisadores descobriram.

Bandeira oficial do Coritiba

Está lá, no Capítulo II, Artigo 8º do Estatuto do Clube: “O pavilhão do Coritiba tem o seu emblema situado em destaque no ângulo superior esquerdo, de onde saem traços representando raios alternados nas cores verde e branca, ocupando o espaço todo”.

A história da bandeira vem de longa data. No início do século, até o início da década de 20, os clubes tinham diversos cânticos de guerra em tom poético, devido à cultura de toda a sociedade na época em que chamavam de “Grito de Guerra”.

Bandeira oficial do Coritiba Foot Ball Club

Em um desses cânticos havia uma frase que dizia: “Coritiba, tu és o sol que ilumina meu caminho”. Devido ao tamanho da nossa cidade, antigamente as torcidas eram geralmente compostas por familiares, esposas e namoradas dos jogadores e Sócios do Clube.

As esposas se reuniam constantemente para torcer juntas e buscavam formas de apoiar a instituição e seus maridos. Baseadas no significado da frase, as damas bordaram a primeira bandeira do Coritiba com o emblema representando um sol, de onde saem os raios que iluminam o caminho dos coxas-brancas. Presentearam os jogadores com a bandeira, como forma de carinho pelo Clube. Certamente elas não imaginavam a grandeza que a criação teria ao passar dos anos.

A bandeira se tornou uma imagem do Coritiba, que vale toda a tradição e grandeza que faz do Coxa uma das grandes forças do futebol no nosso país.

O pavilhão do Coritiba é uma das marcas mais bonitas na vida do Clube, seja por sua origem ou representatividade. Por onde vai, o torcedor coxa-branca leva orgulhoso a sua bandeira, marca de amor ao seu Clube. Assim como há quase um século, a bandeira do nosso Glorioso ostenta o mesmo significado em nossas vidas: “Coritiba, tu és o sol que ilumina o meu caminho”.

Mascote do Coritiba

Vovô Coxa

Clube mais tradicional do Paraná não poderia ter mascote diferente. Quando um grupo de jovens de tradição alemã dava os primeiros “chutes”, em 1909, originou-se o Coritiba. Hoje, é na figura de um velhinho de traços germânicos que a família coritibana representa o Clube: o nosso Vovô Coxa.

O simpático personagem foi escolhido como mascote por representar bem as tradições da equipe mais antiga do Paraná. Ele concebe às origens do Coritiba, é a alegoria perfeita do Coxa antigo, uma entidade que cativou e conquistou o país, assim como o Clube que representa.
 Mascote do Coritiba Foot Ball Club.

Mas o mascote só passou a ser oficial a partir de 1957. Saiba mais sobre a históra:

Facilmente reconhecido pela maioria dos torcedores, poucos sabem que a mascote do Coritiba representa um personagem real, o velho Max Kopf, torcedor-símbolo da equipe alviverde na primeira metade de sua gloriosa história.

Nascido na Alemanha em 3 de março de 1875, Kopf, que em alemão significa cabeça, era fotógrafo profissional e acompanhou o Coritiba desde a sua fundação em 1909. Nunca fez parte de nenhuma diretoria porque não gostava de envolver-se na administração do clube, mas sempre estava presente nos jogos, incentivando os atletas coritibanos. De suas três filhas, uma decidiu viver no país de origem do pai, mas as outras duas, Elvira e Erna, permaneceram no Brasil e fizeram parte do Grêmio Coritiba, um grupo de torcedoras que eram conhecidas pela dedicação ao clube e, entre outras coisas, confeccionaram a primeira bandeira alviverde. Elvira casou-se com Juan Luís Bermudes, centromédio coritibano mais conhecido pelo apelido Ninho e considerado um dos mais completos atletas da história do Coritiba. Este casamento deu a Max Kopf os netos Osny e Marli Bermudes.

Figura carismática, extremamente simpático, alegre e comunicativo, Max Kopf morava na Rua Mauá, a uma quadra do campo do Coritiba, e não faltava a nenhum jogo. Considerado uma espécie de amuleto do time alviverde, quando chegava ao estádio era saudado efusivamente por amigos e torcedores. Quando a equipe viajava, os atletas pediam que Max fosse levado junto no ônibus. Fumante inveterado, Kopf estava sempre acompanhado de seu inseparável cachimbo e, depois de sofrer um derrame, mesmo com o médico e os familiares tentando impedi-lo de sair de casa, continuou indo aos jogos do Coritiba com o auxílio de uma bengala.

Vítima de um câncer na garganta, Max Kopf faleceu em 2 de setembro de 1956. No mesmo mês, o então presidente do Coritiba, Aryon Cornelsen, promoveu um concurso de desenhos para eleger o que melhor representasse a nova mascote do clube, um velhinho com cachimbo. No final daquele ano, em dezembro, o Coritiba organizou um torneio entre os clubes da capital paranaense e, em mais uma homenagem, deu a ele o nome de Torneio Max Kopf.

Porco Gobbato; mascote oficial do Palmeiras

Após 30 anos de adoração pela torcida nas arquibancadas, o Porco Gobbato foi oficializado como mascote do clube em 2016, ganhando uma forma robusta e imponente e passando a animar os jogos do Verdão ao lado do Periquito. O nome faz referência a João Roberto Gobbato, diretor de marketing que era favorável à adoção definitiva do apelido já na década de 80. A origem do mascote remete à forma pejorativa pela qual os palmeirenses eram chamados pelos rivais. 

Após quase duas décadas sentindo-se ofendida com o apelido, a torcida decidiu adotar o mascote durante uma partida contra o Santos, pelo Brasileiro de 1986, com gritos de “E dá-lhe Porco, e dá-lhe Porco, olê, olê, olê!”, acabando, assim, com as gozações. Pouco depois, naquele mesmo ano, a Revista Placar “oficializou” o mascote da torcida ao estampar em sua capa o meia Jorginho Putinatti, símbolo daquela geração, segurando um porco no colo.

Periquito; mascote oficial do Palmeiras

O Periquito é o primeiro mascote oficial da Sociedade Esportiva Palmeiras. Adotado ainda em 1917 pelos torcedores do Palestra Italia, quando o time passou a se vestir totalmente de verde, o apelido também se origina no fato de que existiam muitas aves deste tipo nos bosques do Parque Antarctica. Os registros oficiais mais evidentes do Periquito, no entanto, apareceram nos anos 40, logo após os incidentes que fizeram com que o Brasil entrasse na Segunda Guerra Mundial e o Palestra mudasse definitivamente o seu nome para Palmeiras. 


Ave típica da Mata Atlântica, o Periquito ganhou força entre os torcedores e os jornalistas esportivos da época, reforçando o lema “que sabe ser brasileiro” do hino e se tornando símbolo do clube mais vitorioso do Brasil.

Mascote do Ceará Sporting Club

A história do Ceará Sporting Club diz hoje que, de acordo com um depoimento de Aníbal Câmara Bonfim, um dos fundadores do clube cearense América Football Club, o apelido Vovô do alvinegro de Porangabuçu seria uma atribuição ao lendário Meton de Alencar Pinto.

Aníbal disse que os garotos das categorias de base dos americanos costumavam treinar no campo do Ceará. Nesta época, o então presidente do Vovô seria Meton de Alencar Pinto e que, de forma alegre, ao encontrar os garotos treinando, passou a tratá-los de “meus netinhos”. A brincadeira teria tomado maiores proporções e a molecada passaria a combinar os treinos “lá no Vovô”.

Mas essa estória não se sustenta, pois os primeiros registros encontrados de jornais já chamando o time alvinegro de Vovô é do ano de 1936 - veja imagem do jornal A Razão do dia 19 de novembro de 1936 – e Meton nasceu no ano de 1897. Aos 39 anos, ainda não era pai de todos os seus 5 filhos e o seu primogênito, não tinha sequer 5 anos de idade. Não é plausível crer que um homem de menos de 40 anos de idade e pai de filhos pequenos tenha a alcunha de Vovô, mesmo levando em consideração a sociedade cearense de mais de 80 anos atrás.

A última passagem de Meton como presidente do clube foi no ano de 1935, e aí vem a segunda incongruência, neste período, o Ceará não tinha sede própria, não seria possível receber outros atletas de outros clubes em “sua” casa, se esta sequer existia. O clube só iria adquirir o terreno de sua atual sede no ano de 1944.

Acredito que a versão de Aníbal tenha sido mal propagada, já que os filhos de Meton confirmam a história que ele chamava jovens jogadores de “meus netinhos”. Entretanto, é altamente aceitável, diante de tais fatos, que o apelido carinhoso de Meton aos jovens atletas tenha vindo do já publicamente conhecido Vovô, e não o contrário.

Também é crível aceitar que o período que Meton passou a brincar com os jovens foi depois de 1944, quando o clube já tinha sede própria, na qual o ex-presidente teve participação direta e liderou o processo de aquisição do imóvel.

E qual seria o verdadeiro motivo do apelido que virou mascote? Aquele que sempre esteve no imaginário popular, até surgir a estória de Aníbal. O fato de que o clube era o mais antigo do estado. O mesmo jornal, A Razão, do dia 19 de novembro de 1936, em artigo assinado por Jura:

“...do nosso mais velho quadro do Foot-ball, o veterano dos nossos clubs, o Vovô, como é conhecido o Ceará Sporting Club...”




Fica ainda mais claro, depois desta sentença, a verdadeira razão da alcunha Vovô. É também possível perceber que tratava-se de algo já amplamente consolidado, o que nos faz entender que esta graça já seria popular na boca do povo bem antes de 1936. Ainda ressalto que, a partir de então, o Ceará Sporting Club passou a ser relacionado ao Vovô dezenas de milhares de vezes.

Finalizo dizendo que nossa conclusão em nada diminui a importância de Meton de Alencar Pinto; fundador, jogador, diretor, vice-presidente e presidente do Ceará e, sem dúvidas, um dos maiores patronos da história do clube. O Ceará não seria quem é sem esta grande figura, mas não podemos atribuí-lo mais essa façanha.

Porangabuçu, 02 de junho de 2020.

Pedro Mapurunga AzevedoRecorte de jornal A Razão (19 de novembro de 1936)

Escudo do Petro de Luanda

Escudo do Atlético Petróleos de Luanda.


Padroeiro do Corinthians: São Jorge, o santo guerreiro da Fiel

A história nem sempre consagra apenas uma versão do mesmo fato, e é nisso que reside a beleza da mística e intensa ligação entre o Sport Club Corinthians Paulista e o seu padroeiro, o santo guerreiro São Jorge. A relação é tão forte que, desde 2010, é comemorado o Dia do Torcedor Corinthiano, no dia 23 de abril, data do martírio de São Jorge.

Comparados pela semelhante essência de luta, o Corinthians e o seu padroeiro, de certa forma, se aproximaram pelo espírito guerreiro comum, mas duas outras versões se propagam até hoje. A primeira diz respeito à chegada do clube ao terreno do Parque São Jorge, em 1928. A coincidência geográfica teria agradado à diretoria da época, que adotou o santo como patrono. Atualmente, o endereço da sede social é justamente a Rua São Jorge, 777.

Outra história contada pelo antigo capelão do clube, Dom Arnaldo Beltrame, reforça a adoção já na fundação. Inspirados na tradição do Corinthian Football Club, que tinha São Jorge como padroeiro, os operários do Corinthians Paulista adotaram para o clube o também patrono da Inglaterra.

Entre 1955 e 1977, no conhecido jejum de títulos, a capela de são Jorge foi construída no clube. Em abril de 1969, após trágico acidente de carro, foi escolhida para que os jogadores Eduardo e Lidu fossem velados. De fato, não foi encontrada uma verdade para a história, mas o santo guerreiro permanece como um dos grandes símbolos que constitui a aura corinthiana.

Federação Moçambicana de Futebol - FMF - Todos os Presidentes

A seguir a relação dos presidentes da da Federação Moçambicana de Futebol desde a sua fundação e os períodos de vigência dos respectivos mandatos.
  1. Ferdinand Wilson 1976-1978
  2. Manuel Jorge 1978-1990
  3. David Comé 1990-1993
  4. Mário Guerreiro 1993-1998
  5. Mário Coluna 1998-2007
  6. Feizal Sidat 2007-2015
  7. Alberto Simango Júnior 2015-2019
  8. Feizal Sidat 2019-2023

Mascote do Corinthians

Na tarde do dia 1º de maio de 1929, uma quarta-feira, o Corinthians conquistou sua primeira vitória contra uma equipe internacional. O amistoso, realizado no Parque São Jorge, terminou com a vitória do Timão por 3 a 1 contra o Barracas (ARG). O time adversário abriu o placar, mas a raça alvinegra prevaleceu com Apparício, Rodrigues e Rato, que marcaram os gols da virada para garantir o triunfo da equipe do técnico Virgílio Montaria. 

Mascote do Corinthians é um Mosqueteiro

No dia seguinte ao jogo, o jornalista Thomaz Mazzoni, do impresso A Gazeta (ainda não era A Gazeta Esportiva), relatou a partida destacando a "fibra de mosqueteiro" demonstrada pelos jogadores. Nesse mesmo ano, A Gazeta criou diversos mascotes aos times e, consequentemente, atribuiu o Mosqueteiro ao Corinthians.

A mística da camisa 7 do Botafogo

Não há, no Botafogo de Futebol e Regatas, camisa mais importante do que a de número 7. Ainda que haja uma corrente que considere a mística da camisa 7 a partir de Garrincha, a história começou a ser construída em 1948, envergada pelo atacante Paraguaio. O jogador foi um dos grandes responsáveis pelo título carioca daquele ano, conquistado após uma vitória sobre o Expresso da Vitória vascaíno.

Na década de 60, a camisa vestiu o maior craque da história do clube e um dos maiores do futebol em todos os tempos: Manuel Francisco dos Santos, ou simplesmente Garrincha. Mané, como também era conhecido, encantava até mesmo torcedores adversários. Não era raro ver torcedores rivais inebriados com os dribles desconcertantes do Anjo das Pernas Tortas. Pelo Botafogo, Garrincha conquistou inúmeros títulos, entre os quais, há de se destacar o Campeonato Carioca de 1962, quando marcou por duas vezes, garantindo o título sobre o maior rival, Flamengo. Já pela Seleção Brasileira, Mané foi campeão em 1958 e 62, sendo neste responsável direto pela conquista, uma vez que Pelé, por conta de uma contusão logo no início da competição, não atuaria mais na Copa. Nas quartas-de-final, após marcar por duas vezes e decretar a vitória sobre a Inglaterra, os jornais ingleses se renderam e decretaram: "Mané Garrincha é um extraterrestre". Em sua passagem pelo Glorioso, Garrincha marcou 249 gols em 579 jogos.

Desde então, a camisa sempre foi reservada ao jogador diferenciado do plantel alvinegro. Já na década de 70, o clube viu surgir uma grande safra de postulantes à honraria. Jairzinho, o Furacão da Copa de 70 e um dos grandes ídolos do Botafogo, marcou 189 gols pelo Alvinegro. Rogério também foi um dos atacantes que mantiveram viva a mística da camisa.

Apenas em 1989, após longo jejum de títulos, a camisa escolheu Maurício para ser mais um integrante da história alvinegra. Coube ao atacante decidir a partida contra o Flamengo e fazer ecoar pelo Maracanã o grito por tanto tempo contido, em um dos títulos mais importantes da centenária história do Botafogo.

Seis anos depois, Túlio Maravilha herdou a responsabilidade e a honra de envergar a camisa 7. E, com ela, sagrou-se artilheiro do Campeonato Brasileiro de 1995, conquistado pelo Botafogo.

A mística, que conta com milhares de devotos, é válida até hoje. A honraria, como se viu, é concedida a poucos. No entanto, esses poucos, quando devidamente escolhidos pela camisa, têm o sucesso garantido.

Escudo do Bahia

Escudo do Esporte Clube Bahia.

O distintivo tricolor foi projetado por Raimundo Magalhães. As estrelas acima do escudo, incluídas no final da década de 1980, representam os títulos brasileiros de 1959 e 1988.

Mascote oficial do Cruzeiro

A Raposa como mascote oficial do Cruzeiro Esporte Clube foi criada pelo chargista e professor Fernando Pieruccetti, conhecido como Mangabeira, em 1945. Características como a astúcia e a rapidez do animal foram atribuídas na época ao então presidente do clube celeste, Mario Grosso, conhecido pela sua esperteza nas negociações de jogadores.

Para simbolizar o ícone cinco estrelas, foi criado em 2003 o Raposão. Desde então, acompanhado do Raposinho e da mascote Raposona Salomé, o mascote faz a festa com a nação cinco estrelas nos jogos, visitas sociais e em eventos organizados pelo Cruzeiro.

Brasão do Palmeiras

O atual brasão da Sociedade Esportiva Palmeiras foi instituído em 1942, após a mudança de nome do clube. Na circunferência maior, de fundo verde, aparece a inscrição “Palmeiras” em branco e, também em branco, oito estrelas fazem referência a agosto, mês de fundação do Palestra Italia. 

Brasão do Palmeiras.

Na circunferência menor, de fundo branco, aparece em verde o contorno da Cruz de Savoia, símbolo da Casa Real Italiana e distintivo de camisa no primeiro campeonato disputado pela equipe, em 1916. O espaço interno é preenchido por 26 linhas alusivas ao dia de fundação do clube e pelo tradicional “P”, presente no emblema desde a época do Palestra.