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História de Pracuúba, Amapá - AP

Histórico do Município: Pracuúba, Amapá - AP
Gentílico: pracuubenses.

Pracuúba surgiu como localidade aproximadamente em 1906. O topônimo é originário de uma árvore típica da região (Pracuubeira), predominante na reserva ecológica do Lago Piratuba.

Formação Administrativa
Elevado à categoria de município com a denominação de Pracuúba, pela Lei Estadual n.º 04, de 01-05-1992, desmembrado do município de Tartarugalzinho. Sede no distrito de Pracuúba (ex-povoado). Constituído do distrito sede. Instalado em 01-01-1993.
Em divisão territorial datada de 2001, o município é constituído do distrito sede.
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2009.

Fonte: IBGE Cidades.

História de Cutias, Amapá - AP

Histórico do Município: Cutias, Amapá - AP
Gentílico: cutienses

Antigos moradores dizem que no lugar, em outras épocas, existia grande variedade de espécies de caça, entre elas a cutia, o que, provavelmente, deu origem ao nome do município. Outra versão para a denominação do lugar é de que os primeiros moradores da localidade utilizavam como meio de transporte uma pequena embarcação, bastante ligeira, denominada cotia.

Formação Administrativa
Elevado à categoria de município e distrito com a denominação de Cutias, pela Lei Estadual n.º 6, de 01-05-1992, desmembrado do município de Macapá. Sede no distrito de Cutias (ex-localidade). Constituído do distrito sede. Instalado em 01-01-1993. 
Em divisão territorial datada de 2001, o município é constituído do distrito sede.
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2009.

Fonte: IBGE Cidades.

História de Pedra Branca do Amapari, Amapá - AP

Histórico do Município:  Pedra Branca do Amapari, Amapá - AP
Gentílico: pedrabrancanienses

O município de Amapari tem sua origem ligada à exploração de ouro pelos samaracá, uma espécie de grupo indígena oriundo da Guiana Francesa, que batizou a cidade escrevendo seu nome nas pedras brancas dos rios. 

Em 1953, com a descoberta do minério de manganês na região, e em razão do difícil acesso, as constantes viagens de avião possibilitaram um dos pilotos avistar uma enorme pedra no rio Amapari que passou a ser utilizada como ponto de referência. A partir daí a localidade passou a ser identificada como Pedra Branca.

Formação Administrativa
Elevado à categoria de município com a denominação de Pedra Branca do Amapari, pela Lei Estadual n.º 08, de 01-05-1992, município de Macapá. Sede no atual distrito de Pedra Branca do Amapari (ex-povoado de Água Branca). Constituído do distrito sede. Instalado em 01-01-1993. 
Em divisão territorial datada de 2001, o município é constituído do distrito sede.
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2009.

Fonte: Biblioteca do IBGE.

História de Porto Grande, Amapá - AP

Histórico do Município: Porto Grande, Amapá - AP
Gentílico: portograndense

Ainda não existe um levantamento oficial do município de Porto Grande. Sabe-se apenas que as terras foram desmembradas de Macapá. É rico em recursos naturais e possui uma grande área madeireira, constituindo a base de sua economia. A atração turística do município funciona dentro da própria cidade, com um belo balneário e o festival anual do abacaxi, realizado lá, atrai visitantes de todo o Estado.

Não se tem uma definição precisa da origem do nome Porto Grande. Contam os mais antigos que surgiu no tempo em que a colônia do Matapi era tão próspera em termos de produção agrícola que o fato da comunidade se reunir para comercializar o produto, lembrava um grande porto. Há ainda outra versão para o nome que, segundo alguns, surgiu do fato de haver existido uma mercadoria cujo nome era Porto Grande.

Formação Administrativa
Distrito criado com a denominação de Porto Grande, pela Lei Federal n.º 1.503, de 15- 12-1951, com território desmembrado do distrito de Ferreira Gomes, subordinado ao município de Macapá.

Em divisão territorial datada de 1-VII-1950, o município é constituído do distrito sede.

Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1988.
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Elevado á categoria de município com a denominação de Porto Grande, pela Lei Estadual n.º 03, de 01-05-1992, desmembrado do município de Macapá. Sede no antigo distrito de Porto Grande. Constituído do distrito sede. Instalado em 01-01-1993.

Em divisão territorial datada de 2001, o município é constituído do distrito sede.

Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2009.

Fonte: Biblioteca do IBGE.

História de Laranjal do Jari, Amapá - AP

Histórico do Município: Laranjal do Jari, Amapá - AP
Gentílico: laranjalense

A região que hoje corresponde o Vale do Jarí foi habitada, primeiramente por indígenas waianos e apalais e, mais tarde por nordestino que vieram trabalhar na extração da borracha.

Dentre esses destacou-se um cearense chamado coronel José Júlio de Andrade que se consolidou como o maior latifundiário do mundo, adquirindo cerca de 3,5 milhões de hectares de terra. Foi combatido pela revolta tenentista, fato que o obrigou a vender sua empresa Jarí para um grupo de empresários portugueses, em 1948. Posteriormente a empresa foi vendida para o milionário norte americano Daniel Ludwig.

Sua origens remontam á época da colonização do rio Jarí, recebendo ainda influências mais recente da implantação do projeto Jarí Florestal, em 1967 idealizado pelo milionário norte americano Daniel Ludwig. Este pretendia substituir a floresta nativa por uma plantação homogênea de uma planta denominada gmelina arbórea para a fabricação de celulose, e também pretendia torna-se o maior produtor mundial de carne bovina, suína e arroz.

Como se tratava de um projeto de grande porte, a empresa necessitava de bastante mão de obra. Motivado pela afã nacionalista (década de 60) e visando melhores condições de vida, muitos trabalhadores dirigiram-se para a região. Boa parte foi contratada de forma temporária e indireta, por empreiteiras, que não lhes asseguravam os direitos trabalhistas.

Dispensados pela companhia, não dispunham de recursos nem para moradia, tampouco para retornar aos seus locais de origem. A maioria foi obrigada a viver às margens do rio, em palafitas, sem as mínimas condições de higiene e sobrevivência. Isto fez com que o Beiradão se tornasse conhecido como a maior favela fluvial do mundo, além dos altos índices de prostituição também foi considerada uma das mais pobres e violentas populações brasileiras.

Formação Administrativa
Elevado à categoria de município e distrito com a denominação de Laranjal do Jari, pela Lei Estadual n.º 7.639, de 17-12-1987, desmembrado do município de Mazagão. Sede no distrito de Laranjal do Jari (ex-povoado de Beiradão). Formado com parte da área do distrito de Boca do Jarí, que pertencia também ao município de Mazagão. Constituído do distrito sede. Instalado em 01-01-1989.

Em divisão territorial datada de 2001, o município é constituído do distrito sede.

Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2009.

Fonte: Biblioteca do IBGE

História de Oiapoque, Amapá - AP

Histórico do Município: Oiapoque, Amapá - AP.
Gentílico: oiapoquense.

Durante o período colonial, o município de Oiapoque era parte da Capitania do Cabo Norte. Nos primórdios do século XVI, os portugueses da América travam lutas com outros europeus, para estabelecer domínio territorial ao sul do rio Oiapoque - na época conhecido como Vicente Pinzón - e ao norte do rio Amazonas, para expandir os impérios colonizadores que cada grupo representava.
Os primitivos habitantes da região são antepassados dos povos Waiãpi, que ocupavam a extensão territorial do rio Oiapoque, dos Galibi e Palikur, concentrados no vale do rio Uaçá e seus afluentes.

O município de Oiapoque originou-se da morada de um mestiço, em data que não se pode precisar, de nome Emile Martinic, o primeiro habitante não-índio do município. Sabe-se que a localidade passou a ser conhecida como "Martinica"; e, ainda hoje, não é raro ouvir essa designação, notadamente de habitantes mais antigos. Em 1907, o Governo Federal criou o Primeiro Destacamento Militar do município, que servia de abrigo a presos políticos. Alguns anos depois, esse destacamento foi transferido para Santo Antônio, atual distrito de Clevelândia do Norte, com a denominação de Colônia Militar. Para consolidar a soberania nacional sobre as áreas limítrofes, face ao contestado franco-brasileiro, foi, então, erguido um monumento à pátria, indicativo do marco inicial do território brasileiro.

A palavra Oiapoque tem origem tupi-guarany, sendo uma derivação do termo oiapoca, que significa casa dos Waiãpi.
Habitantes de Taperebá em frente ao consultório médico em Oiapoque (AP) - s.d.
Formação Administrativa
Pelo Decreto-lei Estadual n.º 2.972, de 31-03-1938, o distrito de Oiapoque foi extinto, sendo seu território anexado ao distrito sede do município Veiga Cabral (ex-Amapá). Alterado pelo Decreto-lei acima citado.

Pelo Decreto-lei Estadual n.º 3.131, de 31-10-1938, o município de Veiga Cabral voltou a denominar-se Amapá.

No quadro fixado para vigorar no período de 1939-1943, Oiapoque figura como simples zona do município de Amapá (ex-Veiga Cabral).

Pelo Decreto-lei Estadual n.º 3.131, de 31-10-1938, o município de Veiga Cabral voltou a denominar-se Amapá.

Elevado à categoria de município com a denominação de Oiapoque, pelo Decreto-lei Federal n.º 7.578, de 23-05-1945, com área desmembrada do município de Amapá. Sede no
atual distrito de Oiapoque. Constituído de 2 distritos: Oiapoque e Ponta dos Índios criado pelo decreto acima citado. Instalado em 01-07-1945.

Em divisão territorial datada de 1-VII-1950, o município é constituído de 2 distritos: Oiapoque e Ponta dos Índios.

Pela Lei Federal n.º 1.503, de 15-12-1951, foram criados os distritos de Clevelândia do Norte e Vila Velha e anexados ao município de Oiapoque. A lei acima citada extingui o distrito de Ponta dos Índios.

Em divisão territorial datada de 1-VII-1960, o município é constituído de 3 distritos: Oiapoque, Clevelândia do Norte e Vila Velha.

Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2009

Fonte: Biblioteca do IBGE.

História de Mazagão, Amapá - AP

Histórico do Município: Mazagão, Amapá - AP
Gentílico: mazaganistas

Durante quase meio século, apenas os "capuchos de Santo Antonio" preservaram a integridade do território do atual município de Mazagão, através da catequese junto aos aguerridos índios Urubus. 

Para as margens do rio Mutucá mudou-se, em 1769, grande número de índios, originários do rio Negro, com a incumbência de preparar terreno para o recebimento de colonos mazaganistas de Mauritânia (África). No ano seguinte, o povoado recebeu a denominação de Nova Mazagão, em homenagem a seus esperados colonizadores. De fato, em 1771 chegaram 163 famílias, que procuraram se organizar nos moldes da pátria distante. Montou-se a primeira olaria. Os produtos agrícolas foram alvo de dedicação especial. 

Considerando o difícil acesso a Mazagão, situada em estreito rio, foi a sede municipal transferida para a povoação de Vila Nova do Anauerapucu com o nome de Mazaganópolis. Posteriormente, veio a chamar-se Mazagão, ficando a antiga com a denominação de Mazagão Velho. 

Em 13 de setembro de 1943, o município passou a integrar o Território Federal do Amapá, desligando-se do estado do Pará.
Prefeitura Municipal : Mazagão, AP - [197-?]
Formação Administrativa
  • Distrito criado com a denominação de Mazagão, em 1770. 
  • Elevado à categoria de vila com a denominação de Mazagão, pela Lei Provincial n.º 86, de 30-04-1841. Sede na antiga povoação de Mazagão Reinstalada em 24-07-1842. 
  • Elevado á categoria de cidade com a denominação de Mazagão, pela Lei Provincial n.º 1.334, de 19-04-1888.
  • Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, o município é constituído de 5 distritos: Mazagão, Aruana, Cajari, Ceretama e Tauari.
  • Assim permanecendo nos quadros de apuração do recenseamento geral de 1-IX-1920. 
  • Pelo Decreto Estadual n.º 6, de 04-11-1930, o município é extinto, sendo seu território anexado ao município de Macapá.
  • Pelo Decreto Estadual n.º 931, de 22-03-1933, foi restabelecido o município Mazagão. Com sede no município de Mazaganópolis.
  • Em divisão administrativa referente ao ano de 1933, o município aparece constituído de 6 distritos: Mazaganópolis, Maracá, Ajuruchi, Limão, Canindé e Tauari.
  • Em divisão territorial datada de 1-VII-1960, o município é constituído de 3 distritos: Mazagão, Boca do Jarí e Mazagão Velho. 
  • Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1988. 
  • Em divisão territorial datada de 1995, o município é constituído de 3 distritos: Mazagão, Carvão e Mazagão Velho. 
  • Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2009.
Fonte: Biblioteca do IBGE

História do Amapá, Amapá - AP

Histórico do Município: Amapá, Amapá - AP
Gentílico: amapaense

Em 1615, reunidos sob a mesma bandeira, portugueses e espanhóis expulsaram os franceses do Maranhão e voltaram seus esforços para a Amazônia e Guiana. Francisco Caldeira Castelo Branco atingiu o Pará e fundou o fortim do Presépio, a 12 de janeiro de 1616, posto avançado contra invasões de holandeses, ingleses e franceses. Em 1647, Portugal, já desligado da Espanha, enviou Sebastião de Lucena Azevedo, que venceu os últimos grupos batavo-britânicos. Restavam ainda os franceses, alojados nas terras da Capitania do Norte, criada pela Corte de Madri, em 1637, em luta contra portugueses e brasileiros. 

As lutas se sucederam até que, em 14 de janeiro de 1808, o corpo de voluntários paraenses, comandado pelo Tenente-Coronel Manoel Marques, apossou-se da Guiana Francesa, só restituída a 27 de dezembro de 1817. 

Seguiram-se tempos de paz, até a descoberta das minas de Calçoene, pelos garimpeiros paraenses, naturais de Curuçá, Germano e Firmino em 1893. Nessa época reacenderam os problemas políticos de fronteira. O fato mais importante dessa disputa internacional foi, sem dúvida alguma, o desembarque de tropas francesas, a 15 de maio de 1895, na pequena vila de Amapá. Ao ato agressivo, reagiram os brasileiros, comandados por Francisco Xavier da Veiga Cabral, o Cabralzinho, repelindo a invasão. 
O fato levou as nações interessadas a colocar o problema pendente de solução nas mãos de árbitros e a escolha recaiu no Presidente da República Helvética. Em 21 de janeiro de 1901, após o laudo favorável de Berna, de 1° de dezembro de 1900, o governo brasileiro procurou organizar a região, com o nome de Território de Aricari. 
O Município originou-se da incorporação ao Estado do Pará de todo o antigo Contestado do Amapá, pelo Decreto n° 938, de 21 de janeiro de 1901. Pelo Decreto n.° 939, do mesmo mês e ano, foi criado o Território com denominação de Aricari, com duas circunscrições: Amapá e Cassiporé.
Prefeitura Municipal : Amapá, AP - [19--]
Formação Administrativa
Elevado à categoria de vila com a denominação de Amapá, pela Lei Estadual n.º 798, de 22-10-1901. Instalada em 30-04-1902. 
Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, o município já denominado Montenegro é constituído do distrito sede. 
Assim permanecendo nos quadros de apuração do recenseamento geral de 1-IX-1920. 
Pelo Decreto Estadual n.º 6, de 04-11-1930, o município de Amapá foi extinto, sendo seu território sob administração direta do Estado. Estas disposições foram confirmadas pelo Decreto Estadual n.º 78, de 27-12-1930, pelo qual Montenegro voltou a denominar-se Amapá. 
Em divisão administrativa referente ao ano de 1933, o município de Amapá (ex-Montenegro), é constituído do distrito sede. 
Pela Lei n.º 8, de 31-10-1935, relaciona os municípios. Então existentes no Estado, figurando entre eles o de Amapá.
Em divisões territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-1937, o município aparece constituído de 3 distritos: Amapá, Oiapoque e Araguari. 
Pelo Decreto-lei Estadual n.º 2.972, de 31-03-1938, o município passou a denominar-se Veiga Cabral. Pelo Decreto-lei acima citado, os distrito de Oiapoque e Araguari perderam a categoria de distritos, sendo seus territórios anexados ao distrito sede do município de Veiga Cabral (ex-Amapá), como simples zonas. 
Pelo Decreto-lei Estadual n.º 3.131, de 31-10-1938, o município de Veiga Cabral voltou a denominar-se Amapá. 
Pelo Decreto-lei Federal n° 5.812, de 13-09-1939, fora criados 5 Territórios Federais, entre eles os quais o de Amapá. 
No quadro fixado para vigorar no período de 1939-1943, o município já denominado Amapá é constituído do distrito sede. 
Pelo Decreto-lei Federal n.º 6.550, de 31-05-1944, Amapá perdeu à categoria de capital para o município de Macapá. 
Pelo Decreto-lei Federal n.º 7.578, de 23-05-1945, o município de Amapá, perdeu território para criação do município de Oiapoque. O mesmo Decreto-Lei acima citado foram criados os distritos de Aporema e Calçoene e anexados ao município de Amapá. 
Em divisão territorial datada de 1-VII-1950, o município é constituído de 3 distritos: Amapá, Aporema e Calçoense. 
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1-VII-1955. 
Pela Lei Federal n.º 3.055, de 17-03-1956, desmembra do município de Amapá o distrito de Calçoense. Elevado à categoria de município. A Lei acima citada cria o distrito de Sucuriju anexando-o ao município de Amapá.
Em divisão territorial datada de 1-VII-1960, o município é constituído de 3 distritos: Amapá, Aporema e Sucuriju.
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1988.
Em divisão territorial datada de 1995, o município é constituído de 2 distritos: Amapá, e Sucuriju.
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2009.

Fonte: IBGE Cidades.

Fotos Antigas e Históricas do Município de Oiapoque, Amapá - AP

Oiapoque de antigamente: este artigo reúne fotos antigas de Oiapoque encontradas no Acervo Fotográfico digitalizado da Biblioteca do IBGE na internet. Oiapoque é um município brasileiro do estado do Amapá - AP.
Habitação típica de Taperebá, vendo-se palmeiras de assaí ao fundo no Município de Oiapoque (AP) - s.d.
Habitantes de Taperebá em frente ao consultório médico em Oiapoque (AP) - s.d.
Panorâmica da região de Curupi, posto do S.P.I aldeia dos em Oiapoque (AP) - s.d.

Panorâmica da região de Curupi, posto do S.P.I. aldeia dos Caripunas no Município de Oiapoque (AP) - s.d.
Vila Velha no Vale do Rio Caciporé no Município de Oiapoque (AP) - s.d.

História de Santana, Amapá - AP

Histórico do Município: Santana, Amapá - AP.
Gentílico: santanenses.

Santana teve início do agrupamento populacional em Ilha de Santana, localizada em frente, à margem esquerda do rio Amazonas, em 1753.

Os primeiros habitantes eram moradores portugueses e mestiços vindos do Pará, além de índios Tucuju, comandados pelo desbravador português Francisco Portilho de Melo, que evadiu-se para esta região fugindo das autoridades fiscais paraenses em razão do comércio clandestino de escravos e metais. De sua aliança com Mendonça Furtado obteve o título de Capitão do então povoado de Santana, tendo que em troca disponibilizar uma listagem com aproximadamente 500 silvícolas tucuju sob sua guarda.

Concentrado em Ilha de Santana, Portilho de Mello e seus agregados conviveram com a redução da força de trabalho indígena, já que a mortalidade também foi significativa, por causa das inadequadas condições de trabalho. Por ordem de Mendonça Furtado foi instalado e fundado o povoado de Santana, em homenagem a Santa Ana de quem os europeus e seus descendentes eram devotos.

Em 1946, com a descoberta do manganês em Serra do Navio por Mário Cruz, Santana experimentou um crescimento significativo, em decorrência da instalação da Icomi (Indústria e Comércio de Minérios). Já no final da década de 50, foi construída a Estrada de Ferro do Amapá, com 19 quilômetros lineares, para o transporte do pessoal e escoamento da produção de manganês com destino ao mercado externo.

Dadas as condições geográficas adequadas ao escoamento via fluvial, é escolhido o Canal Norte do Rio Amazonas que propiciava, pela sua profundidade, fácil navegabilidade aos navios de grande calado. Assim é instalado um cais flutuante em frente a Ilha de Santana, gerando empregos, atraindo população e incentivando comércios e indústrias de pequeno porte, estimulando a criação de vilas e ampliando a área urbana do povoado.
Vista aérea do porto - Icomi : Santana, AP - [19--]
Formação Administrativa
Distrito criado com a denominação de Santana, pela Lei Municipal n.º 153, de 31-08- 1981, subordinado ao município de Macapá.

Em divisão territorial datada de 1-VII-1983, o distrito de Santana figura no município de Macapá.

Elevado à categoria de município com a denominação de Santana, pela Lei Federal n.º
7.639, de 17-12-1987, desmembrado do município de Macapá. Sede no antigo distrito de
Santana. Constituído de 4 distritos: Santana, Igarapé do Lago, Ilha de Santana e Portuário do
Igarapé da Fortaleza.

Em divisão territorial datada de 2001, o município é constituído de 6 distritos: Santana, Anauerapucu, Igarapé do Lago, Ilha de Santana, Piaçacá e Pirativa.

Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2009.

Fonte: Biblioteca do IBGE.

Fotos Antigas e Históricas do Município de Mazagão, Amapá - AP

Mazagão de antigamente: a história de Mazagão é formada por fatos marcantes e inusitados. Este post reúne fotos antigas, garimpadas na internet (do Acervo Fotográfico do IBGE). As fotografias não estão necessariamente em ordem cronológica. Mazagão é um município brasileiro no sul do estado do Amapá - AP.
Armazéns de castanha-do-pará na foz do Rio Cajarí : Mazagão, AP - [196-?]
Câmara Municipal : Mazagão, AP - [197-?]
Escola Isolada Mista : Mazagão, AP - [195-?]
Filhos de colonos japoneses em frente a escola no Município de Mazagão (AP) - 1953
Fórum : Mazagão, AP - [197-?]
Igreja de São Tiago no distrito de Mazagão Velho : Mazagão, AP - [197-?]
Praça 23 de Janeiro : Igreja de Nossa Senhora da Assunção : Mazagão, AP - [197-?]
Prefeitura Municipal : Mazagão, AP - [196-?]
Vila residencial da Comércio e Indústria Jarí Ltda : Mazagão, AP - [19--]

História de Serra do Navio, Amapá - AP

Histórico do Município: Serra do Navio, Amapá - AP
Gentílico: serranavienses


Desmembrado do município de Macapá, Serra do Navio foi chamado inicialmente de Água Branca do Amapari e, posteriormente, Serra do Navio. 

Surgiu da necessidade de abrigar o contingente de moradores da periferia da Vila Operária da Icomi, com a finalidade de fomentar atividade agrícola de subsistência. 

Construída em plena floresta amazônica no final da década de 50 para início dos anos 60, planejada pelo arquiteto Oswaldo Bratke, a Serra do Navio configurou-se como uma verdadeira cidade de padrões modernos, com infraestrutura de saneamento básico, água tratada, energia elétrica, residências confortáveis, aliada a uma completa rede de atendimento sócio-cultural: escolas, hospital, cinema, áreas esportivas e recreativas dentre outras, tudo isto, sendo oferecido aos seus funcionários e dependentes, sob a administração da Industria de Comércio e Mineração - ICOMI. A Vila de Serra do Navio permaneceu com este aspecto de cidade-empresa até a autonomia político-administrativa, conquistada a 1º de maio de 1992.
Escola primária : Serra do Navio, AP - [19--]
Formação Administrativa
Elevado à categoria de município com a denominação de Água Branca do Amapari, obedecendo o artigo 3º, da Lei Complementar n.º 01, de 17-03-1992, desmembrado do município de Macapá. Sede no atual distrito de Água Branca do Amapari. Constituído do distrito sede. Instalado em 01-01-1993.
Em divisão territorial datada de 1995, o município é constituído do distrito sede, Serra do Navio e Cachaço. 
Em divisão territorial datada de 2001, o município é constituído de 2 distritos: Serra do Navio e Cachaço. 
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2009.

Fonte: IBGE Cidades.

Fotos Antigas e Históricas do Município de Macapá, Amapá - AP

Macapá de antigamente: este artigo reúne fotos antigas de Macapá encontradas no Acervo Fotográfico digitalizado da Biblioteca do IBGE na internet. Macapá é um município brasileiro, capital e maior cidade do estado do Amapá - AP.
Aspecto de Macapá (AP) - 1952
Cadeia Pública : Macapá, AP - [19--]
Colégio Amapaense : Macapá, AP - [19--]
Escola Normal de Macapá : Macapá, AP - [19--]
Fortaleza de São José de Macapá : Macapá, AP - [19--]
Igreja Matriz de São José de Macapá : Macapá, AP - [19--]
Posto de Puericultura Iracema Carvão Nunes : Macapá, AP - [19--]
Praça Veiga Cabral : Igreja Matriz de São José de Macapá : Macapá, AP - [19--]
Prefeitura Municipal : Macapá, AP - [19--]

Vista [panorâmica] da cidade : Macapá, AP - [19--]

Fotos Antigas e Históricas do Município de Calçoene, Amapá - AP

Calçoene de antigamente: este artigo reúne fotos antigas de Calçoene encontradas no Acervo Fotográfico digitalizado da Biblioteca do IBGE na internet. Calçoene é um município brasileiro do estado do Amapá - AP.
Embratel : Calçoene, AP - [19--]
Estátua de Cabralzinho : Calçoene, AP - [19--]
Habitante da região, morador da Fazenda Cachoeira Grande, carregando jamixi de cipó titicá :
 Município de Calçoene - s.d.

Hotel : Calçoene, AP - [19--]
Praça : Calçoene, AP - [19--]
Praça Barão do Rio Branco : Calçoene, AP - [19--]
Prefeitura Municipal : Calçoene, AP - [19--]
Rio Calçoene : Calçoene, AP - [19--]
Sede da fazenda Cachoeira Grande : Município de Calçoene - s.d.
Terminal pesqueiro : Calçoene, AP - [19--]

História de Macapá, Amapá - AP

Histórico do Município: Macapá, Amapá - AP.
Gentílico: macapaense.

Macapá se originou de um destacamento militar fixado no mesmo local das ruínas da antiga Fortaleza de Santo Antônio, a partir de 1740. Este destacamento surgiu em razão de constantes pedidos feitos pelo governo da Província do Grão Pará e Maranhão (a quem as terras do Amapá estavam juridicamente anexadas), João de Abreu Castelo Branco, que desde 1738, sentindo o estado de abandono em que se encontrava a Fortaleza, solicitava à Coroa portuguesa providências urgentes.

Em 1740 veio a resposta do rei português D. João, que não só autorizou o governador do Pará a construir um fortim no mesmo local das ruínas da fortaleza de Santo Antônio, como também enviou um projeto de construção de um pequeno forte idealizado pelo sargento-mor Manuel de Azevedo Fortes e pelo engenheiro-mor do reino, Miguel Luís Alves. Deste forte originou-se Macapá.

Depois que D. José I assumiu o trono português, o Marquês de Pombal assumiu o ministério real e nomeou, em seguida, seu irmão Francisco Xavier de Mendonça Furtado para o comando das Armas da Província do Pará, assim como para a presidência da própria província, gozando de plenos poderes para promover a fundação e colonização de vilas na Amazônia Setentrional. É nesta época que Macapá assiste à chegada dos colonos dos Açores.

Em 2 de fevereiro de 1758, Mendonça Furtado instala os poderes Legislativo e Judiciário da vila, e em 4 de fevereiro, dois dias depois, eleva o povoado à categoria de vila. A emancipação de Macapá despertou a cobiça de holandeses, ingleses e franceses que ameaçavam a todo custo invadir a vila.

Após intensa campanha Mendonça Furtado vem a falecer, não realizando o sonho de ver Macapá fortificada condignamente. A grande fortaleza só foi inaugurada em 19 de março de 1782, 18 anos depois de iniciados os trabalhos.

Erguida a imponente fortaleza, a vila começou a desenvolver-se, sempre gozando das vantagens inerentes à sua qualidade de centro militar, até os dias que precederam à proclamação da Independência do Brasil.Macapá cresceu à sombra desta fortaleza, testemunho do esforço luso-brasileiro na conquista, colonização e manutenção da Amazônia e representa a mais vigorosa afirmação do domínio português no Território do Amapá. Teve papel relevante no laudo arbitral de Berna, em 1º de dezembro de 1900.

O topônimo é de origem tupi, com uma variação de macapaba, que quer dizer lugar de muitas bacabas, um fruto de palmeira nativa da região.
Igreja Matriz de São José de Macapá : Praça Veiga Cabral : Macapá, AP - [19--]
Formação Administrativa
Elevado à categoria de vila com a denominação de São José de Macapá, em 1758.

Sede na antiga povoação de São José de Macapá. Instalada 04-02-1758.

Elevado á condição de cidade com a denominação de Macapá, pela Lei n.º 281, de 06- 09-1856.

Em divisão administrativa referente ente ao ano de 1911, o município é constituído do distrito sede.

Assim permanecendo nos quadros de apuração do recenseamento geral de 1-IX-1920.

Pelo Decreto Estadual n.º 6, de 04-11-1930, Macapá adquiriu o território do extinto município de Mazagão com simples distrito.

Pelo Decreto Estadual n.º 931, de 22-03-1933, desmembra do município e Macapá o distrito de Mazagão. Elevado novamente à categoria de município.

Em divisão administrativa referente ao ano de 1933, o município é constituído do distrito sede.

Em divisões territoriais datadas de 31-XII-1936 e 341-XII-1937, o município aparece constituído de 2 distritos: Macapá e Bailique.

Pelo Decreto-lei Estadual n.º 3.131, de 31-10-1938, é criado o distrito de Amapari (ex- Araguari), com território desmembrado do município de Amapá e anexado ao município de Macapá.

Pelo Decreto-lei Federal n.º 5.812, de 13-09-1943, que criou o Território Federal do Amapá e complementado pelo de n.º 5.839, de 21-09-1943, dividiu o Território em 3 municípios: Amapá, Mazagão e Macapá (desfalcado do seu distrito Bailique) foi transferido do Estado do Pará para a nova unidade da Federação. 

Em virtude do Decreto-lei Federal n.º 6.550, de 31 de maio de 1944, que retificou os de n.º 5.812 e 5.839, a cidade de Macapá foi investida na categoria de capital do novo Território e o município readquiriu o distrito de Bailique e perdeu parte do território do distrito de Macapá, anexado ao Estado do Pará.

Pelo Decreto-lei Estadual n.º 7.578, de 23-05-1945, o distrito de Amapari tomou a denominação de Ferreira Gomes.

Em divisão territorial datada de 1-VII-1950, o município é constituído de 3 distritos: Macapá, Bailique e Ferreira Gomes.

Pela Lei Federal n.º 1.503, de 15-12-1951, é criado o distrito de Porto Grande, com território desmembrado do distrito de Ferreira Gomes e anexado ao município de Macapá.

Em divisão territorial datada de 1-VII-1955, o município é constituído de 4 distritos: Macapá, Bailique, Ferreira Gomes e Porto Grande.

Pela Lei Federal n.º 3.055, de 22-12-1956, é criado o distrito de Serra do Navio e anexado ao município de Macapá.

Em divisão territorial datada de 1-VII-1960, o município é constituído de 5 distritos: Macapá, Bailique, Ferreira Gomes, Porto Grande e Serra do Navio.

Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1-I-1979. 

Pela Lei Municipal n.º 153, de 31-08-1981, foram criados os distritos de Itaubal de Piririm, Santana e São Joaquim do Pacuí, todos (ex-povoados) e anexados ao município de Macapá.

Em divisão territorial datada de 1-VII-1983, o município 8 distritos: Macapá, Bailique, Ferreira Gomes, Itaubal de Piririm, Porto Grande Santana, São Joaquim do Pacuí e Serra do Navio.

Pela Lei Federal n.º 7.639, de 17-12-1987, desmembra do município de Macapá os distritos de Ferreira Gomes, Santana e Serra do Navio, elevando-os à categoria de município.

Em 1988, o Território Federal do Amapá é elevado à categoria de Estado, conservando o município de Macapá como capital.

Em divisão territorial datada de 1988, o município é constituído de 6 distritos: Macapá, Bailique, Fazendinha, Itaubal de Piririm, Porto Grande e São Joaquim do Pacuí.

Pela Lei Estadual n.º 3, de 01-05-1992, desmembra do município de Macapá o distrito de Porto Grande. Elevado á categoria de município.

Pela Lei Estadual n.º 5, de 01-05-1992, alterada pela Lei Estadual n.º 345, 19-06-1997, desmembra do município de Macapá o distrito de Itaubal do Pririm. Elevado á categoria de município com a denominação de Itaubal.

Em divisão territorial datada de 2001, o município é constituído de 4 distritos: Macapá, Bailique, Fazendinha e São Joaquim do Pacuí.

Em divisão territorial datada de 2005, o município é constituído de 5 distritos: Macapá, Bailique, Carapanantuba, Fazendinha e São Joaquim do Pacuí.

Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2009.

Fonte: Biblioteca do IBGE