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Questão de Literatura - FDF 2016 - Eça de Queirós publicou em 1.901 a obra A Cidade e as Serras. Desse romance é INCORRETO afirmar que

FDF 2016 - Eça de Queirós publicou em 1.901 a obra A Cidade e as Serras. Desse romance é INCORRETO afirmar que 
a) é narrado em primeira pessoa por Zé Fernandes, um amigo próximo do protagonista Jacinto. 
b) integra a fase pós-realista do autor, marcado pela ideologia do último Eça romancista. 
c) tem como embrião o conto “Civilização”, publicado por Eça de Queirós, sob a forma de folhetim, na Gazeta de Notícias do Rio de Janeiro. 
d) é um romance de tese e defende a ideia de que a felicidade só se alcança por via da equação metafísica que funde a suma ciência com a suma potência.

RESPOSTA:
Letra D.

Questão de Literatura - FDF 2017 - No romance A Cidade e as Serras, de Eça de Queirós, Jacinto, denominado pelo narrador de O Príncipe da Grã- Ventura

FDF 2017 - No romance A Cidade e as Serras, de Eça de Queirós, Jacinto, denominado pelo narrador de O Príncipe da Grã- Ventura, que vivia em Paris, por uma necessidade familiar viaja para Portugal. Em terras portuguesas, na cidade de Tormes, passa por experiências que o levam a 
a) romper totalmente com os valores da civilização e abandonar inteiramente o uso de qualquer recurso tecnológico, dedicando-se, apenas, ao trabalho produtivo da terra. 
b) tornar-se insensível à realidade de pobreza e de miséria dos empregados de suas terras na quinta de Tormes e nada fazer por eles, menosprezando suas condições precárias. 
c) fazer do trabalho a grande ferramenta de sua transformação e abandonar qualquer atitude de encantamento e de contemplação da vida rural. 
d) casar-se com a prima de Zé Fernandes, Joaninha, com a qual tem dois filhos, a fixar-se definitivamente no campo e não mais voltar a Paris.

RESPOSTA:
Letra D.

Questão de Literatura - FACASPER 2016 - Assinale a opção que apresenta corretamente a análise crítica de A cidade e as serras, de Eça de Queirós.

FACASPER 2016 - Assinale a opção que apresenta corretamente a análise crítica de A cidade e as serras, de Eça de Queirós. 
a) “Assim, a criação romanesca passaria a ser fruto da análise dos fatores sociais que determinam os comportamentos humanos; como qualquer fenômeno natural, esses comportamentos (especialmente os anômalos) poderiam ser definidos a priori, desde que se estudassem as circunstâncias externas que os produziam”. (Marise Hansen). 
b) “Uma consequência notável para o miolo ideológico do romance é que a unidade, mascarada pela dispersão dos atos e das palavras, ultrapassa os indivíduos e acaba fixando-se em níveis impessoais: a sociedade e as forças do inconsciente”. (Alfredo Bosi). c) “A burguesia é o objeto do ódio de Eça de Queirós; sobretudo aquela burguesia que usa as frases feitas e os trajes da Monarquia e da Igreja, do tradicionalismo, para cobrir as suas misérias permanentes”. (Otto Maria Carpeaux). 
d) “Para o nosso intuito, porém, interessa principalmente o valor de sintoma do romance, isto é, o seu significado de integração na convenção bucólica e a busca de um sentido mais harmonioso na existência campestre”. (Antonio Candido). 
e) “A narração raro ironiza este Petrônio de alta burguesia ‘regeneradora’, comparado a um ‘príncipe artista da Renascença’, a que vários homens servem de satélite e várias mulheres amam na juventude”. (A. J. Saraiva e Óscar Lopes).

RESPOSTA:
Letra D.

Questão de Literatura - FACASPER 2016 - Sobre A cidade e as serras, de Eça de Queirós, é correto afirmar que o romance:

FACASPER 2016 - Sobre A cidade e as serras, de Eça de Queirós, é correto afirmar que o romance: 
a) demonstra detalhadamente o processo que conduz à metamorfose moral do narrador, Zé Fernandes, que vai do ceticismo juvenil ao esnobismo vivido na maturidade. 
b) revela uma multiplicação satírica não somente dos tipos e episódios da alta burguesia cosmopolita e das sucessivas ou cumulativas atividades sociais, como também do dandismo cultural de Jacinto ou do seu narrador, Zé Fernandes. 
c) explora elementos ora cômicos, como as utopias agronômicas de Jacinto; ora dramáticos, como a melancólica arrumação das ilustres ossadas genealógicas do protagonista. 
d) constitui uma espirituosa expressão da crença permanente de Jacinto no poder transformador da tecnologia, da ciência, da filosofia e da religião. 
e) ridiculariza a obsessão de Jacinto e Zé Fernandes pelo consumo, pelos requintes gastronômicos, pelas bibliotecas monumentais e pelas causas ecológicas.

RESPOSTA:
Letra B.