terça-feira, 30 de junho de 2015

Bolívia

BOLÍVIA - País localizado na parte central da América do Sul, sem saída para o mar. Tem fronteiras com o Brasil, Paraguai, Argentina, Chile e Peru. O topônimo Bolívia foi cunhado a partir do nome de Simón Bolívar, militar venezuelano, responsável pela independência da sua Venezuela e também da Colômbia, Equador, Peru e Bolívia.
Localização: América do sul
Capital: La Paz / Sucre
Idioma:  Espanhol, Quíchua e Aimará
População: 10.847.664  habitantes
Extensão Territorial:  1.098.580 Km²

Bandeira da Bolívia
Mapa da Bolívia
Fonte: IBGE

No período pré-colombiano, a mais remota civilização a ocupar o território atual da Bolívia foi a dos Tiahuanaco. Posteriormente, vieram os Collas, sendo depois subjugados pelos Incas.

Com a chegada dos espanhóis, a civilização incaica foi dominada. Em 1548, fundaram a cidade de La Paz e, em 1561, a de La Plata, que posteriormente também foi chamada de Charcas, Chuquisaca e Sucre, nome que permaneceu. Por isto, Sucre é conhecida como "a cidade dos quatro nomes".
No Século XVI, foi descoberta uma verdadeira montanha de prata em Potosi. Até o início do Século XIX, essa foi a mina mais famosa e mais rica do mundo.


No início de 1809, começaram os primeiros movimentos no rumo da independência do Vice-Reino do Prata, do qual as terras da atual Bolívia faziam parte. A insurreição de La Paz foi sufocada com o fuzilamento de seu líder, Pedro Domingo Murillo. Outros conflitos separatistas irromperam, sendo contidos pela administração colonial espanhola.

Em 6 de agosto de 1825, Simón Bolívar e o também venezuelano Antonio José de Sucre y de Alcalá proclamaram a independência da nova República Bolívar, posteriormente chamada somente de Bolívia. Sucre foi seu primeiro presidente, governando o país até 1828.


A partir dali, diversos caudilhos ocuparam o governo boliviano. O país passou por diversas convulsões, incluindo guerras contra o Chile (1879-1883) e o Paraguai (1932-1935). No Século XX, golpes militares destituíram presidentes para instalarem outros no poder, que, por sua vez, eram também destituídos pelo golpe seguinte. Esse cenário durou até 1980, quando a normalidade democrática chegou à Bolívia e lá permanece até hoje.

Fonte: IBGE

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