sábado, 14 de fevereiro de 2015

O partido (PiG) deixou de ser um instrumento de golpe para se tornar o próprio golpe

O PiG e o golpismo midiático

A expressão Partido da Imprensa Golpista (comumente abreviado para PIG ou PiG) foi popularizada pelo jornalista Paulo Henrique Amorim em seu blog Conversa Afiada. 

De acordo com Amorim, o termo PIG pode ser definido da seguinte forma:

Em nenhuma democracia séria do mundo jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político — o PiG, Partido da Imprensa Golpista
—Paulo Henrique Amorim


Amorim afirma ainda que a imprensa brasileira seria golpista sempre que o presidente da república é de origem trabalhista, ao mesmo tempo a imprensa nunca publicaria absolutamente nada contra presidentes de origem não trabalhista. 

De acordo com ele, até políticos teriam passado a fazer parte do PIG: "O partido deixou de ser um instrumento de golpe para se tornar o próprio golpe. Com o discurso de jornalismo objetivo, fazem o trabalho não de imprensa que omite; mas que mente, deforma e frauda.

Partido da Imprensa Golpista, charge de Carlos Latuff

*Com informações da Wikipédia

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